domingo, 21 de abril de 2013

MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE; A VESTE NUPCIAL


A Veste Nupcial
Domingo, 21 de abril



E o rei, entrando para ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajado com veste nupcial. Mateus 22:11

Com a ajuda do Espírito Santo, homens e mulheres podem sair da mediocridade e viver uma vida pura e santa. Aqueles que professam crer, mas não praticam isso, mentem contra a verdade. [...] Como pode o Senhor Se agradar daqueles que não fazem esforço algum para atingir um padrão elevado? Não alegam eles ter recebido uma verdade elevada e enobrecedora? [...]

Deus não pede que homens e mulheres submetam nada que não seja para sua saúde física ou espiritual, mas pede que submetam os maus hábitos degradantes e debilitantes que, se cultivados, os excluirão do Céu. Ele lhes deixa espaço para todo prazer que pode ser desfrutado sem culpa e lembrado sem remorso. Ele lhes pede, para o seu bem presente e eterno, que cultivem virtudes que tragam saúde ao corpo e força ao espírito. Pensamentos puros e hábitos corretos são necessários para a felicidade do homem, como ser humano e como cristão. Tudo que degrada o caráter deve ser vencido se desejamos contemplar o Rei em Sua beleza. [...]

O Senhor pode e ajudará todo aquele que buscar Sua ajuda no esforço de se tornar mais puro e santo. [...] Têm sido feitos esforços sinceros a fim de vencer as inclinações naturais para o mal, para conquistar hábitos e práticas que fizeram parte da vida antes de conhecer a verdade? São os que alegam crer na verdade desleixados e desordeiros no lar, sem qualquer semelhança com Cristo na vida diária, como antes, enquanto professam aceitar o Salvador? Se sim, eles não estão rendendo louvores Àquele que os chamou das trevas. Eles não se revestiram da justiça de Cristo.

Empenhem-se em fazer firmes progressos. Purifiquem-se “de toda imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus” (2Co 7:1). Sejam asseados e disciplinados no vestir, e bondosos e corteses em suas maneiras. Sejam puros e refinados, pois o Céu é a própria essência da pureza e do refinamento. Como Deus é puro e santo em Seu contexto, devemos ser em nosso contexto.

Leiam de forma atenta e cuidadosa a parábola da veste nupcial e façam uma aplicação pessoal das lições que ela transmite. […] Aqueles que fazem profissão de fé, mas permanecem imutáveis em hábitos e práticas, são representados […] pelo homem que entrou na festa sem a veste nupcial (Review and Herald, 26 de fevereiro de 1901).

LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA DE HOJE: Crimes contra a humanidade

Domingo

Ano Bíblico: 2Rs 2, 3





1. Leia Amós 1 e 2. Por que o Senhor advertiu que haveria punição?

Os dois primeiros capítulos de Amós contêm sete profecias contra nações vizinhas, seguidas por uma profecia contra Israel. As nações estrangeiras não são julgadas por serem inimigas de Israel, mas por suas transgressões de princípios humanos universais. Duas coisas se destacam na condenação de Amós: a ausência de lealdade e a ausência de compaixão.

Por exemplo, Tiro era uma importante cidade mercantil localizada na costa do Mediterrâneo, ao norte de Israel. Por sua quase inexpugnável fortaleza em uma ilha, a cidade se vangloriava de sua segurança. Além disso, os líderes de Tiro firmavam tratados de paz com várias nações vizinhas, como a dos filisteus. A cidade se tornou aliada de Israel por um “tratado de fraternidade” durante os reinados de Davi e Salomão (1Rs 5:1, 12) e até mesmo do rei Acabe (1Rs 16:30, 31). Não é surpreendente ler em 1 Reis 9:13 que Hirão, rei de Tiro, chamou Salomão de “meu irmão” (NVI).

No entanto, o povo de Tiro havia transgredido a “aliança de irmãos”. Tiro não foi condenada por levar embora os cativos, mas por entregá-los aos inimigos de Israel, os edomitas. Assim, o povo de Tiro foi responsável pelas crueldades que esses prisioneiros sofreram nas mãos de seus inimigos. Da perspectiva de Deus, a pessoa que auxilia e apoia a prática de um crime é tão culpada quanto aquela que o comete.
 
Visto que Deus é soberano, Ele tem nas mãos o destino de todo o mundo. Tem objetivos e interesses que vão muito além das fronteiras de Israel. O Deus de Israel é o Senhor de todas as nações. Ele Se interessa por toda a história humana. Ele é o Deus criador, que dá vida a todos, e todos são responsáveis diante dEle.

Quem entre nós não fica indignado diante da injustiça? Se Deus não existisse, que esperança teríamos da aplicação da justiça? O que significa para você a promessa bíblica de que Deus trará justiça e juízo ao mundo? Como podemos aprender a nos apegarmos a essa promessa em meio a toda a injustiça que vemos?

sábado, 20 de abril de 2013

Que tipo de adventista é você ?


A Diversidade Como Uma Vantagem

Que tipo de adventista é você?



A Igreja Adventista do Sétimo Dia não é hoje e - assim como na geração inicial, nunca foi - um corpo religioso monolítico. Pessoas com status de membros da igreja Adventista são diferentes em línguas, status sócio-econômico, a identidade racial, e até mesmo em crenças religiosas. A variedade de crenças pode ser explicada por costumes das sociedades representadas pela membresia, e alguns pelo nível da devoção à vida espiritual, mas, mesmo após esses fatores terem sido levados em conta, há uma diversidade de crenças religiosas entre nós.

O que vamos fazer com esta observação? Uma resposta é negar e argumentar contra a observação, mas a evidência está ao nosso redor há gerações. Outra resposta é se energizar para corrigir essa "triste" realidade. Nesta resposta, os subgrupos Adventistas em ascendência política promovem os seus valores e prioridades e esperam que o resto de nós comprem a idéia ou, mais precisamente, a sua visão do adventismo. Certamente isso levaria à finalização do trabalho (isto é, a Igreja Adventista cumpre a sua missão triunfante), porque os membros finalmente estariam fazendo isso da maneira que deveria ser feito.

Não devemos nos surpreender se em vários momentos de nossa história tem havido expurgos políticos para purificar a liderança da Igreja Adventista a fim de promover esses objetivos. Então, quando outro subgrupo retém a visibilidade, eles entram em sua própria campanha para cumprir a sua visão da igreja. Dizem assim "Eu desejei poder estar no comando para o próximo ciclo, porque aí eu sei que a igreja seria o que foi chamada para ser. Se eu pudesse moldar o seu destino; se eu pudesse ser rei!"

Medindo a Diversidade Adventista
Obviamente, esta resposta é ineficaz. Podemos já ter aprendido que a diversidade é muitas vezes um elemento muito positivo em um grupo social. Nesta visão, a diversidade não é passiva, mas uma vantagem. Este conceito de diversidade como um atributo positivo é difícil de aceitar quando se tem uma visão monolítica do adventismo, em que todos os adventistas são verdadeiros "como eu sou." É tempo de um novo teste do que constitui um verdadeiro Adventista ser desenvolvido, e ele precisa ser mais gentil do que a conclusão de que um verdadeiro Adventista é "como eu sou". Adventistas verdadeiros poderiam têm crenças diferentes, e os Adventistas reais poderia estar em ambos os lados da equação. Uniformidade na adesão e devoção a um determinado conjunto de crenças religiosas detalhadas, às vezes conhecidas como questões discutíveis, não é explicitamente necessário nos Evangelhos ou por Cristo em seus ensinamentos para que um converso seja considerado legítimo. Divergências são benéficas, porque tal uniformidade não é realista para qualquer grupo de adeptos, especialmente porque o grupo que está sendo examinado cresce a partir de dezenas de milhares de pessoas e com o passar de anos e séculos.

Na tabela abaixo, eu delineio tendências características de alguns dos subgrupos dentro do Adventismo nos Estados Unidos. Os rótulos para as categorias são subjetivos e não se destinam a ser ofensivos; identidades individuais para os leitores provavelmente não se alinham em uma única coluna. Eu não trabalhei para fazer a tabela precisamente exata, minha intenção é ilustrar a diversidade de prioridades e valores de acordo com a religiosidade dos grupos. A maioria das dimensões abaixo são consideradas discutíveis, e nós muitas vezes as disputamos entre nós!

Apesar da estereotipagem dos vários subgrupos de adventistas
na tabela abaixo, a categorização que tenho feito não é proposta como uma descrição precisa. Tenho certeza de que muitos leitores poderiam rever a tabela para torná-la mais precisa a partir de sua perspectiva, mas esse não é o meu ponto.

A totalidade da gama de crenças, valores e prioridades indicadas ilustra o meu ponto: a Igreja Adventista não é uma organização monolítica homogênea, mas sim um povo diverso, mesmo em muitos aspectos de seus sistemas de crença. Os indivíduos dentro de cada um dos grupos acima deve identificar-se como verdadeiros os adventistas, que vivem com fortes convicções sobre questões espirituais, mesmo que alguns podem ter sérias dúvidas sobre a autenticidade de outras pessoas com diferentes valores dentro do espectro Adventista.

Novos Critérios
Mais uma vez, eu pergunto, o que devemos fazer desta observação da diversidade de crenças? Minha recomendação é que consideremos novos critérios a serem aplicados para identificar se somos ou não adventistas de verdade. Pessoas em dúvida se realmente pertencem a um grupo religioso como a Igreja Adventista deve perguntar-se:

• Eu quero pertencer a esse grupo?
• As minhas crenças e valores (crenças centrais e essenciais) são suficientemente compatíveis com as crenças do grupo e os valores para que eu me sinta confortável aqui?
• A minha associação com este grupo vai ser útil para mim espiritualmente? Estou aberto a aprender com o grupo?
• Vou pertencer e ser aceito socialmente?
• Estou disposto a não trabalhar ativamente contra os ensinamentos e os valores centrais do grupo ou ainda procurar a perturbar os ministérios do grupo?
• Estou disposto a não ser monomaníaco sobre minha ideia favorita teológica ou questão discutível, em que toda discussão acaba sendo de alguma forma sobre a minha ideia favorita?
• Estou disposto a apoiar, pelo menos, alguns dos ministérios do grupo com o meu tempo, talentos e contribuições financeiras?

Se a pessoa responde sim a todas as perguntas acima, então a pessoa deve ser boa o suficiente para continuar a pertencer ao grupo, e o grupo deve aceitar o indivíduo como um verdadeiro membro. Por este critério, as quatro categorias de adventistas históricos, conservador, evangélico, e progressista poderiam ser adventistas legítimos e deveriam considerar membros de outros grupos como adventistas reais, mesmo que eles não são "como eu sou."

Há ainda um outro grupo de adventistas entre nós, um quinto grupo não incluído na tabela acima. Este grupo que poderíamos chamar de adventistas culturais, cuja comunhão entre nós é conduzida menos por convicções espirituais e mais por rotinas e relações sociais como família e amigos dentro da igreja. Eles valorizam essas conexões o suficiente para estar em comunhão, mas para uma variedade de razões que não têm fortes convicções sobre as doutrinas da Igreja Adventista. Eles provavelmente poderia responder sim a todas as perguntas acima, mas eles podem não ter examinado minuciosamente as suas próprias crenças e valores. Alguns crentes culturais desenvolvem em crentes convictos ao longo do tempo, então vamos mantê-los próximos à igreja!

A Igreja Adventista tem um interesse válido na verificação do novo membro, com um conjunto de crenças fundamentais antes da admissão à igreja; mais tarde, os critérios acima poderiam se aplicar. No entanto, apresso-me em fazer a distinção de que ser aceito por Deus como um verdadeiro crente no momento da conversão de alma e ser aceito pela Igreja Adventista como um membro completo inicial são eventos diferentes.

Dentro da história adventista e sua visão do futuro informados pelos escritos de Ellen White, há uma expectativa de que os crentes serão "sacudidos" em algum ponto. Com o diálogo com frequência incivil entre vários subgrupos de adventistas, é fácil imaginar adeptos em cada extremo do espectro deixando a comunhão da igreja oficial por desgosto. Isso é a sacudidura? Se assim for, estamos perdendo pessoas de ambos os lados histórico e progressista da igreja Adventista; o fenômeno aparente da sacudidura é uma oportunidade niveladora quando aqueles com mais posições extremas desistem da igreja por não se conformar com seus ideais. Eu também temo que estamos perdendo, por vezes, as pessoas moderadas por desilusão com as intrigas internas e  cansaço com a discussões políticas que há entre nós.

Diversidade Como Força
Se considerarmos a diversidade como uma força, então quando perdemos adeptos ao espectro de crenças SDA, perdemos bens valiosos. Essa diversidade tem o potencial para corrigir ou pelo menos manter sob controle as nossas piores tendências como um grupo, e nós realmente precisamos dessa virtude como uma das formas divinamente destinadas ao crentes em comunhão de manter a organização saudável e fiel à missão, uma visão apoiada por Ellen White. A Igreja Adventista é mais forte quando se inclui a diversidade de crenças, e nós devemos desafiar aqueles que diriam "Já vai tarde!" aos membros que são diferentes de nós. A partir desta perspectiva, nenhum de nós tem o lugar para dizer, "Ou nos ame ou saia. "Devemos estar dizendo: "Ame-nos e nos ajude a ser melhor", se mantendo conectado, permanecendo em diálogo, e respeitando a legitimidade das outras posições, mesmo que sejam diferentes das nossas. Podemos concordar em discordar, podemos respeitar a legitimidade de adeptos com as posições diferentes que a nossa, e nós podemos trabalhar em conjunto com um espírito de amor fraterno.

Precisamos de um espectro de crenças dentro do adventismo, mesmo que isso seja doloroso para alguns de nós. Esta diversidade de crenças é normal e, em última análise, positiva para o funcionamento de qualquer igreja, se a liderança pode "mantê-los juntos." Precisamos de líderes que possam orientar o nosso diálogo ao estilo das conversas animadas entre membros da família, que discordam, mas ainda amam um ao outro e que os consideram reais membros da família. Onde isso aconteceu, foi um poderoso testemunho da graça de Deus na vida dos crentes, uma graça que traz uma unidade de propósito em vez de uma uniformidade de opinião discutível.

Por muitas gerações, a Igreja Adventista tem experimentado diversidade de crenças de seus membros. Esta diversidade, por si só, não é um problema para servir a Deus fielmente como uma organização. No entanto, a maneira pela qual lidamos com essas diferenças durante algumas eras tem sido um problema em nossa igreja, e isso tem levado a conflitos internos e lutas de poder que eram essencialmente uma forma de conflito político. É o momento de aceitamos que a diversidade dentro do adventismo veio para ficar, como uma força em potencial, e aprendermos a respeitar os membros que optam por ficar em comunhão, mesmo que eles não sejam exatamente "como eu sou." Dentro da Igreja Adventista do Sétimo Dia, há uma variedade de pensamento sobre crenças discutíveis, mas devemos buscar a considerar um ao outro como  legítimos Adventistas. Diversidade de crenças pode ser uma vantagem, e essa diversidade pode estar sob a tenda do adventismo.

Dr. Rob Erwin é  ancião de sua igreja Adventista local e faz parte do corpo docente da Niagara University, em Lewiston, New York. [Fonte: Adventist Today, Outono de 2011.]


Adventismo Relevante: O leitor deve observar que é difícil senão impossível querer precisar "tipos de Adventista"  de maneira exata, até porque a própria palavra "diversidade" pressupõe que há diversidade inclusive dentro dos subgrupos abaixo. Seria como tentar encaixar um indivíduo dentro de um só dos quatro temperamentos de Hipócrates.

Site de empregos adventista e noticias da igreja

IA7 Unindo Adventistas do Sétimo Dia

MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE: As Bodas do Filho do Rei


As Bodas do Filho do REI                     Sábado, 20 de abril




O reino dos Céus é semelhante a um rei que celebrou as bodas de seu filho. Então, enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas; mas estes não quiseram vir. Mateus 22:2, 3 (ver versos 1-14)



O rei enviou seus servos primeiro para aqueles que foram chamados de seu povo escolhido. Mas estes, completamente decididos a obter ganho mundano, recusaram o convite, dizendo: “Rogo-te que me tenhas por
escusado” (Lc 14:18, 19). [...]

Quando essa primeira classe convidada recusou o convite, o rei enviou seus servos para os caminhos em que se encontravam aqueles que não estavam tão absorvidos pelo trabalho de comprar e vender, plantar e construir. [...]

“Entrando, porém, o rei para ver os que estavam à mesa, notou ali um homem que não trazia veste nupcial e perguntou-lhe: Amigo, como entraste aqui sem veste nupcial? E ele emudeceu. Então, ordenou o rei aos serventes: Amarrai-o de pés e mãos e lançai-o para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes” (Mt 22:11-13). [...]

Há aqueles que entram para desfrutar os privilégios do banquete da verdade e que não comeram a carne e não beberam o sangue do Filho de Deus. Eles alegam crer e ensinar a Palavra aos outros, mas praticam obras de injustiça. [...]

O convite negligenciado por aqueles que primeiro foram chamados foi enviado a outra classe. Ele foi enviado ao mundo dos gentios. A mensagem deve ser proclamada primeiramente “pelos caminhos” – às pessoas que têm parte ativa no trabalho do mundo, aos mestres e guias da humanidade. [...]

Aqueles que proclamam a última mensagem de misericórdia ao mundo caído não devem ignorar os ministros. Os servos de Deus devem se aproximar deles com profundo interesse por seu bem-estar e em seu favor rogar em oração. [...]

Contudo, não devemos pensar somente nos grandes e talentosos homens com desprezo das classes mais pobres. Cristo instrui Seus mensageiros para ir também pelos caminhos e valados, aos pobres e humildes da Terra. [...]

A obra deve ser levada avante em favor de todas as classes (Review and Herald, 8 de maio de 1900).

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Lição 4 da escola sabatina dessa semana - Senhor das nações (Amós e Obadias) 20 a 27 de abril



Sábado à tarde                         Ano Bíblico: 1Rs 22; 2Rs 1



VERSO PARA MEMORIZAR:
“Rugiu o leão, quem não temerá? Falou o Senhor Deus, quem não profetizará?” (Am 3:8).

 
Leituras da Semana:
Am 1–2; Is 58; Lc 12:47, 48; 1Rs 8:37-40; Am 4:12, 13;Ob

Pensamento-chave: Atos de desumanidade são pecados contra Deus e por isso serão julgados.

Nas Escrituras, um leão geralmente descreve o rei do mundo animal. Sua aparência revela força e majestade irresistíveis, bem como ferocidade e poder destrutivo. O rugido do leão pode ser ouvido a vários quilômetros de distância. Amós, um pastor, foi enviado aos israelitas para adverti-los de que ele tinha ouvido um leão rugindo. Esse leão não era outro senão o Senhor! Movido pelo Espírito Santo, o profeta Amós comparou com o rugido de um leão a maneira divina de falar às nações e ao Seu povo especial (Am 1:2).

Amós foi chamado para profetizar às nações que cometiam crimes contra a humanidade. Ele também foi enviado a uma sociedade na qual um povo privilegiado e religioso vivia em paz e prosperidade. No entanto, esse mesmo povo oprimia os pobres e permitia negócios desonestos e suborno nos julgamentos. Nesta semana, ouviremos o que o Senhor tem a dizer sobre essas ações desprezíveis.

MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE: Quantas Vezes Devo Perdoar? 70 x 7 ?


Quantas Vezes Devo Perdoar?
Sexta, 19 de abril



Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Mateus 18:22 (ver versos 15-35)



“Então, Pedro, aproximando-se, Lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Por isso, o reino dos Céus é semelhante a um rei que resolveu ajustar contas com os seus servos. E, passando a fazê-lo, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos. Não tendo ele, porém, com que pagar, ordenou o senhor que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo quanto possuía e que a dívida fosse paga. Então, o servo, prostrando-se reverente, rogou: Sê paciente comigo, e tudo te pagarei. E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida.

“Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem denários; e, agarrando-o, o sufocava, dizendo: Paga-me o que me deves. Então, o seu conservo, caindo-lhe aos pés, lhe implorava: Sê paciente comigo, e te pagarei. Ele, entretanto, não quis” (Mt 18:21-29). [...]

Essa parábola foi empregada a fim de revelar o espírito de ternura e compaixão que o ser humano deve manifestar para com seus semelhantes.

O perdão concedido por esse rei representa o perdão que é sobrenatural – o perdão divino de todo pecado. Cristo é representado pelo rei que, movido de compaixão, perdoou a dívida de seu servo. [...]

Quando o devedor solicitou um prazo, com a promessa: “Sê paciente comigo, e te pagarei”, a sentença foi revogada. Foi cancelada toda a dívida. E logo lhe foi concedida a oportunidade de seguir o exemplo do mestre que lhe tinha perdoado. [...] No entanto, ele, que havia sido tratado tão misericordiosamente, procedeu com o conservo de maneira inteiramente oposta. [...]

A lição a ser aprendida é que devemos cultivar o espírito do verdadeiro perdão, assim como Cristo perdoa o pecador, que de maneira alguma é capaz de pagar sua dívida imensa. Devemos nos lembrar de que Cristo pagou um preço infinito pela vida do ser humano, e devemos tratá-lo como propriedade adquirida de Cristo (Review and Herald, 3 de janeiro de 1899).


LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA DE HOJE: Estudo adicional



Sexta 19 de abril 2013                     Ano Bíblico: 1Rs 20, 21 



O nome do profeta, Joel, era comum nos tempos bíblicos, e significa “O Senhor é Deus”. Esse 
nome é apropriado ao tema geral do livro: Somente Deus é totalmente santo e justo, e Sua 
obra é soberana na Terra. A história de Seu povo e das outras nações está em Suas mãos. O 
mesmo vale para a vida de cada ser humano.

“As tremendas questões da eternidade demandam de nossa parte algo mais que uma religião 
de pensamento, de palavras e formas, na qual a verdade é mantida no recinto exterior da 
existência. Deus pede um reavivamento e uma reforma. As palavras da Bíblia, e a Bíblia 
somente, deviam ser ouvidas do púlpito. Mas a Bíblia tem sido roubada em seu poder, e o 
resultado é visto no rebaixamento do vigor da vida espiritual. Em muitos sermões de hoje não 
existe aquela divina manifestação que desperta a consciência e leva vida ao coração. Os 
ouvintes não podem dizer: “Porventura, não nos ardia o coração, quando Ele, pelo caminho, 
nos falava, quando nos expunha as Escrituras? (Lc 24:32). Há muitos que estão clamando pelo 
Deus vivo, ansiando pela divina presença. Permitam que a Palavra de Deus lhes fale ao 
coração. Deixem que os que têm ouvido apenas sobre tradição, teorias e máximas humanas 
ouçam a voz dAquele que pode renovar o coração para a vida eterna” (Ellen G. White, Profetas 
e Reis, p. 626).

Perguntas para reflexão
1. Por que a mensagem de Joel é especialmente importante para nós no fim do tempo, quando 
nos esperam eventos sérios e preocupantes?
2. Com base no livro de Joel, responda à seguinte pergunta: Até que ponto a mensagem de 
Joel, se aplica à sua geração e até que ponto tinha aplicação futura?
3. Joel descreveu vários tipos de bênçãos divinas derramadas sobre o povo de Deus. Será que 
sua profecia faz distinção entre bênçãos materiais e espirituais? De que maneira?
4. Como nossa visão do grande conflito nos ajuda a compreender as terríveis provações e 
calamidades que o mundo enfrenta?
5. O que significa uma “religião do pensamento”? (veja citação acima) Como podemos saber 
se nossa religião é verdadeira ou apenas de pensamento?
Respostas sugestivas: 1. A terra estava sendo arruinada pela invasão de gafanhotos, pelas 
nações inimigas e pela crise na produção agrícola. Essa crise devia despertar o povo de sua 
embriaguez espiritual. 2. O povo estava sofrendo o castigo pela desobediência aos termos da 
aliança com Deus. 3. Os líderes e o povo deviam se humilhar e clamar a Deus diante daquela 
grande crise espiritual e econômica. Sempre que as pessoas sofriam por causa de seus 
pecados, Deus as chamava ao arrependimento e à renovação da aliança com Ele. 4. Pedro viu o 
cumprimento da profecia de Joel no derramamento do Espírito Santo no dia de Pentecostes, 
quando os apóstolos falaram em línguas, profetizaram e milhares de pessoas se converteram. 
5. Com alegria e emoção, porque foram chamados por Cristo, eles invocaram Seu nome e se 
tornaram servos do Senhor. A diferença estará na salvação dos justos pela Sua graça. 6. Ele nos 
oferece segurança. Não precisamos temer o homem. Deus ama Seus servos e cuida deles.
Amanhã será o dia do Impacto Esperança. Participe desse momento. Você foi chamado por 
Deus 





quinta-feira, 18 de abril de 2013

Wasthi Lauers de Castro ex participante de reality show da record disse: O Sonho de Deus é maior!!


MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE: A Pérola de Grande Preço


A Pérola de Grande Preço
Quinta, 18 de abril



O reino dos Céus é também semelhante a um que negocia e procura boas pérolas; e, tendo achado uma pérola de grande valor, vende tudo o que possui e a compra. Mateus 13:45, 46

Quando Cristo comparou o reino dos Céus a uma pérola de grande preço, desejou levar toda pessoa a valorizar essa pérola acima de tudo o mais. A posse da pérola, que significa a posse de Cristo como Salvador pessoal, é um símbolo das riquezas mais altas. É um tesouro que paira acima de todos os tesouros terrestres.

Cristo está disposto a receber todos os que com sinceridade vão a Ele. Ele é nossa única esperança. É nosso Alfa e Ômega. É nosso sol e escudo; nossa sabedoria, nossa santificação, nossa justiça. Por Seu poder, unicamente, nosso coração pode ser diariamente guardado no amor de Deus. [...]

Em certa ocasião, Cristo advertiu Seus discípulos a que se acautelassem de lançar pérolas àqueles que não possuíam discernimento para reconhecer seu valor. [...] “Não deis aos cães o que é santo”, declarou, “nem lanceis ante os porcos as vossas pérolas, para que não as pisem com os pés e, voltando-se, vos dilacerem” (Mt 7:6). [...]

Quando as pessoas se mostram não impressionáveis, incapazes de reconhecer a pérola de grande valor; quando lidam de maneira desonesta com Deus e o próximo; quando demonstram que seu fruto é o fruto da árvore proibida; acautele-se para que, ao se relacionar com elas, você não perca sua relação com Deus. [...]

A verdade como é em Jesus aperfeiçoa o ser humano e o mantém assim. A verdade é uma âncora segura e firme para o coração. Mas a verdade não é verdade para aquele que não lhe obedece. Sempre que o homem se afasta dos princípios da verdade, trai a verdade sagrada. Certifique-se toda pessoa, qualquer que seja sua esfera de ação, de que a verdade se acha implantada no coração pelo poder do Espírito de Deus. A menos que isso seja assegurado, os que pregam a Palavra trairão depósitos sagrados. Médicos serão tentados e naufragarão na fé. Advogados, juízes, senadores se tornarão corruptos e, entregando-se ao suborno, se deixarão comprar e vender. Aqueles que não andam na luz como Cristo está na luz, são líderes cegos guiando cegos. “São nuvens sem água, levadas pelos ventos de uma para outra parte; são como árvores murchas, infrutíferas, duas vezes mortas, desarraigadas” (Jd 12) (Review and Herald, 1º de agosto de 1899).

LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA DE HOJE: Refúgio em tempos de provas (Joel 3)


Quinta  18 de abril 2013

Ano Bíblico: 1Rs 17–19




Profetas bíblicos comparam o futuro julgamento divino ao rugido de um leão, um som que faz 
com que todos tremam (Jl 3:16; Am 1:2; 3:8). Na Bíblia, Sião indica o local do trono terrestre 
de Deus em Jerusalém. A partir desse lugar, Deus castigará o inimigo, mas ao mesmo tempo 
defenderá Seu povo que, pacientemente, espera Sua vitória. Eles participarão de Seu triunfo 
quando Ele renovar a criação.
Para algumas pessoas, as descrições bíblicas do juízo final de Deus são difíceis de 
compreender. É bom ter em mente que o mal e o pecado são muito reais, e eles exercem 
grande força na tentativa de se opor a Deus e destruir toda forma de vida. Deus é um inimigo 
do mal. É por isso que as palavras de Joel nos convidam a examinar nossa vida a fim de ter 
certeza de que estamos do lado de Deus, para que sejamos protegidos no dia do juízo.

6. Leia Mateus 10:28-31. Como esses versos nos ajudam a entender, mesmo durante tempos 
de calamidade, o que Jesus nos oferece?
O Senhor sustenta os que perseveram na fé. Ele pode devastar a Terra (Jl 3:1-15). No entanto, 
Seus filhos não devem temer Seus atos soberanos de juízo porque Ele prometeu protegê-los 
(v. 16). Ele lhes deu Sua palavra de certeza. Seus atos soberanos e bondosos demonstram que 
Ele é o fiel Deus da aliança, que jamais permitirá que o justo seja novamente envergonhado (Jl 
2:27).

O livro de Joel termina com a visão de um mundo transformado, em que um rio flui no meio da 
Nova Jerusalém e a própria presença do Deus eterno entre um povo perdoado (Jl 3:18-21).
Essa mensagem profética nos desafia a andar no Espírito, a prosseguir a vida cristã de todo o 
coração e alcançar os que ainda não invocam o nome de Cristo. Ao fazermos isso, 
reivindicamos a promessa divina da presença permanente de Cristo, por meio do Espírito 
Santo que habita no coração de Seu povo fiel.
“Precisamos conhecer nossa verdadeira condição, do contrário não sentiremos nossa carência 
do auxílio de Cristo. Necessitamos compreender nosso perigo, do contrário não correremos 
para o refúgio. Precisamos sentir a dor de nossas feridas, ou não desejaremos cura” (Ellen G. 
White, Parábolas de Jesus, p. 158). 
Qual é a sua “verdadeira condição”? Que dores você está sentindo? Você experimentou o 
“refúgio” prometido em Cristo?
Está chegando o dia! No próximo sábado sairemos às ruas para levar esperança. Envolva-se!

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Diplomata adventista torna-se embaixador dos EUA no Suriname



John R. Nay, que conta com um bacharelado e mestrado em história, da Universidade Andrews, que pertence à Igreja Adventista, em Berrien Springs, Michigan, EUA, assumiu seu posto em 13 de agosto, realizando o seu juramento junto a Nancy J. Powell, diretora-geral do Serviço de Relações Exteriores. A cerimônia teve lugar na sede do Departamento de Estado dos Estados Unidos, com a presença do embaixador do Suriname nos EUA, Jacques R. Cross.

"Tenho prevalecido de minha experiência para incentivar as pessoas a verem que trabalhar junto ajuda a tornar o progresso possível", diz Nay após a cerimônia de posse. "Embora não se consiga mudar de imediato o legado de séculos, um comprometimento com os direitos humanos e a decência e trabalhar em conjunto com todos os setores da sociedade sem levar em consideração etnia ou religião pode ajudar a superar legados do passado".

Ele disse que o conhecimento que adquiriu representando os EUA em países tais como Índia, África do Sul, Taiwan e Cingapura o ajudarão a moldar sua abordagem a essa designação no Suriname.

Adicionalmente à influência de sua educação adventista, Nay credita o seu tempo como missionário em influenciá-lo em sua escolha de carreira.

"Minha experiência como estudante missionário desempenhou uma parte significativa em unir-me ao Serviço de Relações Exteriores por ajudar a estimular o meu interesse em questões internacionais e no mundo", declarou Nay após a cerimônia. "Foi de auxílio ter chance de ver a partir de for a como os EUA são percebidos".

Nay declarou que se sentia honrado por sua designação e que antecipava trabalhar com o governo e povo do Suriname.

"Sinto-me honrado em ser capaz de utilizar formalmente o título de 'embaixador', mas devemos todos ter em mente que somos todos embaixadores -- de nossos países, nossas famílias, nossos ideais e nossa fé", declarou Nay. "Ao representarmos os EUA no Suriname, minha esposa e eu buscaremos fazer exatamente isso".

Cerca de 48 por cento da população do Suriname, de 487.000 pessoas, são cristãs, com os protestantes tendo o maior percentual, de 25 por cento. Estima-se que 27 por cento dos surinameses sejam hindus e cerca de 20 por cento são muçulmanos. A Igreja Adventista foi organizada no Suriname em 1945 e hoje tem mais de 3.600 membros da Igreja que adoram a Deus em 17 congregações.

Fonte: Rede Adventista de Notícias

MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE: A Videira e Seus Ramos


A Videira e Seus Ramos
Quarta, 17 de abril



Eu sou a videira verdadeira, e Meu Pai é o agricultor. João 15:1


Em Suas lições, Cristo não procurava usar coisas muito grandiosas, extravagantes. Ele veio para ensinar, da forma mais simples, verdades que eram de vital importância, que até mesmo a classe que Ele chamava de bebês era capaz de compreender. No entanto, em Suas mais simples ilustrações, havia tal profundidade e beleza que até mesmo as mentes mais educadas não se podiam cansar. [...]

A videira foi muitas vezes usada para simbolizar Israel, e a lição que Cristo agora ensinava aos Seus discípulos era extraída dela. Ele poderia ter usado a elegante palmeira para representá-Lo. O imponente cedro que se eleva em direção ao céu, ou o forte carvalho que estende seus galhos e os ergue para o alto, Ele poderia ter usado para representar a estabilidade e a integridade daqueles que são Seus seguidores. Ele, porém, usou a videira, com seus ramos, para representar a Si mesmo em relação aos Seus verdadeiros seguidores.
“Eu sou a videira verdadeira, e Meu Pai é o agricultor.”

Nos montes da Palestina plantou nosso Pai celestial essa boa Videira, e Ele mesmo era o Lavrador. Não havia característica física alguma que à primeira vista desse a impressão de Seu valor. Ela parecia brotar como raiz em solo seco, e atraiu pouca atenção. Muitos foram atraídos pela beleza dessa Videira, reconhecendo-Lhe a origem celestial. Os cidadãos de Nazaré ficaram extasiados ao testemunhar Sua beleza; ao receber, porém, a ideia de que ela se tornaria mais graciosa e atrairia mais atenção do que todos, eles lutaram a fim de arrancar a preciosa planta pela raiz e lançá-la para o outro lado do muro. Tomaram a planta e a esmagaram, pisando-a sob os pés profanos. Seu pensamento era o de destruí-la para sempre, mas o celestial Lavrador nunca perdeu de vista Sua planta. Quando os homens pensavam que a tinham matado, Ele a tomou e a plantou do outro lado do muro. Ele a ocultou da visão terrena. [...]

Cada ramo que frutifica é um representante vivo da videira, pois apresenta o mesmo fruto da videira. [...] Cada ramo revelará se possui ou não vida, pois onde há vida há crescimento. Existe uma comunicação contínua das propriedades vitais da videira, e isso é demonstrado pelo fruto que os ramos apresentam.

Como o enxerto recebe vida quando ligado à videira, assim o pecador participa da natureza divina quando em união com Cristo. O ser humano finito é ligado com o infinito Deus (Review and Herald, 2 de novembro de 1897).

LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA DE HOJE: Proclamando o nome de Deus


Quarta 17 de abril 2013                                              Ano Bíblico: 1Rs 15, 16



“O Sol se converterá em trevas, e a Lua, em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do 
Senhor. E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo; porque, no 
monte Sião e em Jerusalém, estarão os que forem salvos, como o Senhor prometeu; e, entre 
os sobreviventes, aqueles que o Senhor chamar” (Jl 2:31, 32).

O escurecimento do Sol e a transformação da Lua em sangue não devem ser compreendidos 
como desastres naturais, mas como sinais sobrenaturais do iminente dia do Senhor. Nos 
tempos bíblicos, muitas nações pagãs adoravam corpos celestes como deuses, algo que, de 
acordo com Moisés, os israelitas nunca deviam fazer (Dt 4:19). Nesse sentido, a profecia de 
Joel predisse que os ídolos das nações começariam a desaparecer quando o Senhor viesse em 
juízo. Joel 3:15 acrescenta que até mesmo o exército celeste perderia seu poder e não mais 
daria sua luz, porque a presença da glória do Senhor ofuscaria tudo.

5. Embora a aparência de Cristo aterrorize os impenitentes, como os justos receberão o 
Senhor? Qual é a diferença crucial? Is 25:9; Jl 2:32; At 2:21; Rm 10:13
Nas Escrituras, a expressão “invocar o nome do Senhor” não significa apenas alguém dizer que 
é seguidor do Senhor e reivindicar Suas promessas. Pode significar também proclamar o nome 
de Deus, isto é, ser uma testemunha para as outras pessoas sobre o Senhor e o que Ele tem 
feito pelo mundo. Abraão edificava altares e proclamava o nome de Deus na terra de Canaã 
(Gn 12:8). A Moisés no Monte Sinai, Deus proclamou Sua bondade e graça (Êx 33:19; 34:5). O 
salmista convida os fiéis a dar graças a Deus e invocar Seu nome, tornando conhecido entre as 
nações o que Ele tem feito (Sl 105:1). As mesmas palavras são encontradas em um cântico de 
salvação composto pelo profeta Isaías (Is 12:4).
Assim, proclamar o nome do Senhor significa ser mensageiro das boas-novas de que Deus 
ainda governa o mundo e também chamar os povos para que vejam todas as coisas no 
contexto das ações de Deus e Seu caráter. Significa também contar a todos sobre o generoso 
dom divino da salvação oferecida a todo ser humano.
O que significa para você “invocar o nome do Senhor”? Como você faz isso, e o que acontece 
quando você faz?
Lembre-se: Hoje é dia de perseverar em oração! Deus está impressionando a mente das 
pessoas que serão visitadas.

terça-feira, 16 de abril de 2013

MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE :Palavras Cativantes


Palavras Cativantes
Terça, 16 de abril



Jamais alguém falou como este homem. João 7:46

Os mais altamente instruídos ficavam encantados com as palavras de Jesus, e os incultos sempre obtinham benefício delas, uma vez que Ele os conduzia à compreensão. Suas ilustrações eram tiradas das coisas da vida diária e, embora simples, traziam admirável profundidade de sentido. As aves do céu, os lírios do campo, a semente, o pastor e as ovelhas – com essas coisas, Cristo ilustrava a verdade imortal; posteriormente, sempre que Seus ouvintes viam essas coisas da natureza, elas evocavam as palavras dEle. [...]

Cristo Se servia sempre de linguagem simples, no entanto, Suas palavras provavam o conhecimento dos profundos pensadores destituídos de preconceitos. As verdades espirituais devem ser sempre apresentadas em linguagem simples, mesmo quando dirigidas a homens instruídos, pois esses geralmente são ignorantes em relação às coisas espirituais. A linguagem mais simples é a mais eloquente. [...] As palavras de Cristo, tão confortantes e animadoras para os que as ouviam, são para nós hoje em dia. Como um fiel pastor conhece suas ovelhas e delas cuida, assim cuida Cristo de Seus filhos. [...] Jesus conhece intimamente Suas ovelhas, e as que sofrem, as desamparadas são motivo de Seu especial cuidado. [...]

Cristo não designou que Suas palavras voltassem para Ele vazias. [...] Ele mesmo não escreveu nada, mas o Espírito Santo trouxe todas as Suas palavras e ações à lembrança dos discípulos, para que elas pudessem ser relembradas para nosso benefício. A instrução de Cristo foi dada com a maior clareza. Não havia necessidade de ninguém compreendê-la mal. No entanto, os escribas e os fariseus […]
interpretaram e aplicaram erroneamente as palavras dEle. As afirmações que eram o pão da vida para o coração faminto foram amargas para os líderes judeus. [...]

No sermão do monte, Cristo falou como se soubesse que os escribas e fariseus cressem no Antigo Testamento. Eles estavam entre a multidão, e os discípulos estavam bem próximos ao amado Mestre. Ali Cristo declarou: “Se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos Céus” (Mt 5:20). Por essas palavras, Ele condenou o formalismo e a hipocrisia daqueles líderes. E apesar de se aplicarem diretamente àqueles que estavam diante dEle, essas palavras também se aplicam às pessoas que, atualmente, não praticam a vontade de Deus (Review and Herald, 18 de maio de 1897).

LIÇÂO DA ESCOLA SABATINA DE HOJE: Um filho aprendendo a andar



Terça 16 abril 2013
Ano Bíblico: 2Sm 22–24



“Quando Israel era menino, Eu o amei; e do Egito chamei o Meu filho. [...] Eu ensinei a andar a 
Efraim; tomei-os nos Meus braços, mas não atinaram que Eu os curava” (Os 11:1, 3).
Nesses versos, Oseias estava dizendo que a atitude do Senhor é como o terno cuidado de 
alguém que acabou de se tornar pai. Assim como um pai, com carinho e paciência, ensina o 
filho a andar, tomando-o pela mão para evitar uma queda, também o Senhor havia cuidado de 
Israel desde o começo. O Deus amoroso e perdoador é o centro da mensagem de Oseias. 
Mesmo quando aplica disciplina, Ele é profundamente compassivo. Sua ira pode ser 
aterrorizante, mas Sua misericórdia está além da compreensão.

3. Leia Deuteronômio 8:5, Provérbios 13:24, Hebreus 12:6 e Apocalipse 3:19. Qual é o ponto
comum desses textos? Que conforto encontramos neles?
Por meio de Moisés, Deus informou ao rei egípcio que Israel era Seu filho especial (Êx 4:22, 
23). Embora todas as nações da Terra, incluindo o Egito, fossem filhos e filhas de Deus, a nação 
hebraica foi escolhida para ser o filho primogênito de Deus com privilégios especiais. Mas com 
esses privilégios vieram responsabilidades. No deserto o Senhor carregou Seu povo da mesma 
forma que “um pai carrega seu filho” (Dt 1:31, NVI). Às vezes Ele disciplinou o povo como “um 
homem disciplina a seu filho” (Dt 8:5).
“Todos os que neste mundo prestam verdadeiro serviço a Deus ou ao homem, recebem um 
preparo na escola das aflições. Quanto mais pesado for o encargo e mais elevado o serviço, 
maior será a prova e mais severa a disciplina” (Ellen G. White, Educação, p. 151).
Sem dúvida, qualquer pai que ama seus filhos irá discipliná-los, e sempre para o bem deles. Se 
seres humanos imperfeitos e caídos agem assim, quanto mais podemos confiar no amor de 
Deus por nós, mesmo nos momentos de provação?
Para muitos de nós, a questão não é confiar na disciplina divina. Ao contrário, a luta é para 
saber interpretar as provas que surgem em nosso caminho. Como sabemos se o que está 
acontecendo é, de fato, uma lição divina na “escola da aflição”?

segunda-feira, 15 de abril de 2013

DECRETO DOMINICAL


Papa reza última missa na Áustria e critica 'domingo ocidental'

Bento XVI ressaltou a importância do domingo como dia de reflexão.
A viagem do pontífice ao país europeu durou três dias.

O Papa Bento XVI celebrou, neste domingo (9), sua última missa em território austríaco, em viagem de três dias pelo país europeu. Na cerimônia, que ocorreu na Catedral de São Estevão, em Viena, Bento XVI criticou a atitude ocidental de considerar o domingo como "fim de semana" e não mais como "dia sagrado".

Ele disse que, embora o tempo livre seja necessário, "se não tiver um centro, que é o encontro com Deus, acaba sendo um tempo perdido".

O pontífice começou a homilia lembrando a frase dos primeiros cristãos: "sem o dia do Senhor, não podemos viver". Bento XVI afirmou que as palavras continuam em vigor, já que o homem precisa de um "centro, uma ordem interna e uma relação com Aquele que sustenta nossa vida". Segundo o Papa, sem isso a vida está vazia, pois o domingo não é só um dia de preceito para os cristãos, mas uma necessidade.

 Missa
Milhares de pessoas participaram da cerimônia, a maioria permaneceu nas praças e nas ruas adjacentes, sob uma incessante chuva. 
Bento XVI, que durante sua estada na Áustria falou dos problemas que afetam a sociedade ocidental, acrescentou neste domingo (9) que a "vida desvairada" de hoje "não dá tranqüilidade às pessoas" e acaba "perdida". 
Se no sábado o centro da peregrinação de Bento XVI foi o santuário de Mariazell, neste domingo (9) foi a catedral de São Estevão, considerada a igreja gótica mais bonita da Áustria, construída no início do século XII. 

Destruída por um incêndio em 1258, foi reconstruída no formato de cruz latina e tem 136 metros de altura.