sexta-feira, 19 de abril de 2013

MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE: Quantas Vezes Devo Perdoar? 70 x 7 ?


Quantas Vezes Devo Perdoar?
Sexta, 19 de abril



Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Mateus 18:22 (ver versos 15-35)



“Então, Pedro, aproximando-se, Lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Por isso, o reino dos Céus é semelhante a um rei que resolveu ajustar contas com os seus servos. E, passando a fazê-lo, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos. Não tendo ele, porém, com que pagar, ordenou o senhor que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo quanto possuía e que a dívida fosse paga. Então, o servo, prostrando-se reverente, rogou: Sê paciente comigo, e tudo te pagarei. E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida.

“Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem denários; e, agarrando-o, o sufocava, dizendo: Paga-me o que me deves. Então, o seu conservo, caindo-lhe aos pés, lhe implorava: Sê paciente comigo, e te pagarei. Ele, entretanto, não quis” (Mt 18:21-29). [...]

Essa parábola foi empregada a fim de revelar o espírito de ternura e compaixão que o ser humano deve manifestar para com seus semelhantes.

O perdão concedido por esse rei representa o perdão que é sobrenatural – o perdão divino de todo pecado. Cristo é representado pelo rei que, movido de compaixão, perdoou a dívida de seu servo. [...]

Quando o devedor solicitou um prazo, com a promessa: “Sê paciente comigo, e te pagarei”, a sentença foi revogada. Foi cancelada toda a dívida. E logo lhe foi concedida a oportunidade de seguir o exemplo do mestre que lhe tinha perdoado. [...] No entanto, ele, que havia sido tratado tão misericordiosamente, procedeu com o conservo de maneira inteiramente oposta. [...]

A lição a ser aprendida é que devemos cultivar o espírito do verdadeiro perdão, assim como Cristo perdoa o pecador, que de maneira alguma é capaz de pagar sua dívida imensa. Devemos nos lembrar de que Cristo pagou um preço infinito pela vida do ser humano, e devemos tratá-lo como propriedade adquirida de Cristo (Review and Herald, 3 de janeiro de 1899).


LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA DE HOJE: Estudo adicional



Sexta 19 de abril 2013                     Ano Bíblico: 1Rs 20, 21 



O nome do profeta, Joel, era comum nos tempos bíblicos, e significa “O Senhor é Deus”. Esse 
nome é apropriado ao tema geral do livro: Somente Deus é totalmente santo e justo, e Sua 
obra é soberana na Terra. A história de Seu povo e das outras nações está em Suas mãos. O 
mesmo vale para a vida de cada ser humano.

“As tremendas questões da eternidade demandam de nossa parte algo mais que uma religião 
de pensamento, de palavras e formas, na qual a verdade é mantida no recinto exterior da 
existência. Deus pede um reavivamento e uma reforma. As palavras da Bíblia, e a Bíblia 
somente, deviam ser ouvidas do púlpito. Mas a Bíblia tem sido roubada em seu poder, e o 
resultado é visto no rebaixamento do vigor da vida espiritual. Em muitos sermões de hoje não 
existe aquela divina manifestação que desperta a consciência e leva vida ao coração. Os 
ouvintes não podem dizer: “Porventura, não nos ardia o coração, quando Ele, pelo caminho, 
nos falava, quando nos expunha as Escrituras? (Lc 24:32). Há muitos que estão clamando pelo 
Deus vivo, ansiando pela divina presença. Permitam que a Palavra de Deus lhes fale ao 
coração. Deixem que os que têm ouvido apenas sobre tradição, teorias e máximas humanas 
ouçam a voz dAquele que pode renovar o coração para a vida eterna” (Ellen G. White, Profetas 
e Reis, p. 626).

Perguntas para reflexão
1. Por que a mensagem de Joel é especialmente importante para nós no fim do tempo, quando 
nos esperam eventos sérios e preocupantes?
2. Com base no livro de Joel, responda à seguinte pergunta: Até que ponto a mensagem de 
Joel, se aplica à sua geração e até que ponto tinha aplicação futura?
3. Joel descreveu vários tipos de bênçãos divinas derramadas sobre o povo de Deus. Será que 
sua profecia faz distinção entre bênçãos materiais e espirituais? De que maneira?
4. Como nossa visão do grande conflito nos ajuda a compreender as terríveis provações e 
calamidades que o mundo enfrenta?
5. O que significa uma “religião do pensamento”? (veja citação acima) Como podemos saber 
se nossa religião é verdadeira ou apenas de pensamento?
Respostas sugestivas: 1. A terra estava sendo arruinada pela invasão de gafanhotos, pelas 
nações inimigas e pela crise na produção agrícola. Essa crise devia despertar o povo de sua 
embriaguez espiritual. 2. O povo estava sofrendo o castigo pela desobediência aos termos da 
aliança com Deus. 3. Os líderes e o povo deviam se humilhar e clamar a Deus diante daquela 
grande crise espiritual e econômica. Sempre que as pessoas sofriam por causa de seus 
pecados, Deus as chamava ao arrependimento e à renovação da aliança com Ele. 4. Pedro viu o 
cumprimento da profecia de Joel no derramamento do Espírito Santo no dia de Pentecostes, 
quando os apóstolos falaram em línguas, profetizaram e milhares de pessoas se converteram. 
5. Com alegria e emoção, porque foram chamados por Cristo, eles invocaram Seu nome e se 
tornaram servos do Senhor. A diferença estará na salvação dos justos pela Sua graça. 6. Ele nos 
oferece segurança. Não precisamos temer o homem. Deus ama Seus servos e cuida deles.
Amanhã será o dia do Impacto Esperança. Participe desse momento. Você foi chamado por 
Deus 





quinta-feira, 18 de abril de 2013

Wasthi Lauers de Castro ex participante de reality show da record disse: O Sonho de Deus é maior!!


MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE: A Pérola de Grande Preço


A Pérola de Grande Preço
Quinta, 18 de abril



O reino dos Céus é também semelhante a um que negocia e procura boas pérolas; e, tendo achado uma pérola de grande valor, vende tudo o que possui e a compra. Mateus 13:45, 46

Quando Cristo comparou o reino dos Céus a uma pérola de grande preço, desejou levar toda pessoa a valorizar essa pérola acima de tudo o mais. A posse da pérola, que significa a posse de Cristo como Salvador pessoal, é um símbolo das riquezas mais altas. É um tesouro que paira acima de todos os tesouros terrestres.

Cristo está disposto a receber todos os que com sinceridade vão a Ele. Ele é nossa única esperança. É nosso Alfa e Ômega. É nosso sol e escudo; nossa sabedoria, nossa santificação, nossa justiça. Por Seu poder, unicamente, nosso coração pode ser diariamente guardado no amor de Deus. [...]

Em certa ocasião, Cristo advertiu Seus discípulos a que se acautelassem de lançar pérolas àqueles que não possuíam discernimento para reconhecer seu valor. [...] “Não deis aos cães o que é santo”, declarou, “nem lanceis ante os porcos as vossas pérolas, para que não as pisem com os pés e, voltando-se, vos dilacerem” (Mt 7:6). [...]

Quando as pessoas se mostram não impressionáveis, incapazes de reconhecer a pérola de grande valor; quando lidam de maneira desonesta com Deus e o próximo; quando demonstram que seu fruto é o fruto da árvore proibida; acautele-se para que, ao se relacionar com elas, você não perca sua relação com Deus. [...]

A verdade como é em Jesus aperfeiçoa o ser humano e o mantém assim. A verdade é uma âncora segura e firme para o coração. Mas a verdade não é verdade para aquele que não lhe obedece. Sempre que o homem se afasta dos princípios da verdade, trai a verdade sagrada. Certifique-se toda pessoa, qualquer que seja sua esfera de ação, de que a verdade se acha implantada no coração pelo poder do Espírito de Deus. A menos que isso seja assegurado, os que pregam a Palavra trairão depósitos sagrados. Médicos serão tentados e naufragarão na fé. Advogados, juízes, senadores se tornarão corruptos e, entregando-se ao suborno, se deixarão comprar e vender. Aqueles que não andam na luz como Cristo está na luz, são líderes cegos guiando cegos. “São nuvens sem água, levadas pelos ventos de uma para outra parte; são como árvores murchas, infrutíferas, duas vezes mortas, desarraigadas” (Jd 12) (Review and Herald, 1º de agosto de 1899).

LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA DE HOJE: Refúgio em tempos de provas (Joel 3)


Quinta  18 de abril 2013

Ano Bíblico: 1Rs 17–19




Profetas bíblicos comparam o futuro julgamento divino ao rugido de um leão, um som que faz 
com que todos tremam (Jl 3:16; Am 1:2; 3:8). Na Bíblia, Sião indica o local do trono terrestre 
de Deus em Jerusalém. A partir desse lugar, Deus castigará o inimigo, mas ao mesmo tempo 
defenderá Seu povo que, pacientemente, espera Sua vitória. Eles participarão de Seu triunfo 
quando Ele renovar a criação.
Para algumas pessoas, as descrições bíblicas do juízo final de Deus são difíceis de 
compreender. É bom ter em mente que o mal e o pecado são muito reais, e eles exercem 
grande força na tentativa de se opor a Deus e destruir toda forma de vida. Deus é um inimigo 
do mal. É por isso que as palavras de Joel nos convidam a examinar nossa vida a fim de ter 
certeza de que estamos do lado de Deus, para que sejamos protegidos no dia do juízo.

6. Leia Mateus 10:28-31. Como esses versos nos ajudam a entender, mesmo durante tempos 
de calamidade, o que Jesus nos oferece?
O Senhor sustenta os que perseveram na fé. Ele pode devastar a Terra (Jl 3:1-15). No entanto, 
Seus filhos não devem temer Seus atos soberanos de juízo porque Ele prometeu protegê-los 
(v. 16). Ele lhes deu Sua palavra de certeza. Seus atos soberanos e bondosos demonstram que 
Ele é o fiel Deus da aliança, que jamais permitirá que o justo seja novamente envergonhado (Jl 
2:27).

O livro de Joel termina com a visão de um mundo transformado, em que um rio flui no meio da 
Nova Jerusalém e a própria presença do Deus eterno entre um povo perdoado (Jl 3:18-21).
Essa mensagem profética nos desafia a andar no Espírito, a prosseguir a vida cristã de todo o 
coração e alcançar os que ainda não invocam o nome de Cristo. Ao fazermos isso, 
reivindicamos a promessa divina da presença permanente de Cristo, por meio do Espírito 
Santo que habita no coração de Seu povo fiel.
“Precisamos conhecer nossa verdadeira condição, do contrário não sentiremos nossa carência 
do auxílio de Cristo. Necessitamos compreender nosso perigo, do contrário não correremos 
para o refúgio. Precisamos sentir a dor de nossas feridas, ou não desejaremos cura” (Ellen G. 
White, Parábolas de Jesus, p. 158). 
Qual é a sua “verdadeira condição”? Que dores você está sentindo? Você experimentou o 
“refúgio” prometido em Cristo?
Está chegando o dia! No próximo sábado sairemos às ruas para levar esperança. Envolva-se!

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Diplomata adventista torna-se embaixador dos EUA no Suriname



John R. Nay, que conta com um bacharelado e mestrado em história, da Universidade Andrews, que pertence à Igreja Adventista, em Berrien Springs, Michigan, EUA, assumiu seu posto em 13 de agosto, realizando o seu juramento junto a Nancy J. Powell, diretora-geral do Serviço de Relações Exteriores. A cerimônia teve lugar na sede do Departamento de Estado dos Estados Unidos, com a presença do embaixador do Suriname nos EUA, Jacques R. Cross.

"Tenho prevalecido de minha experiência para incentivar as pessoas a verem que trabalhar junto ajuda a tornar o progresso possível", diz Nay após a cerimônia de posse. "Embora não se consiga mudar de imediato o legado de séculos, um comprometimento com os direitos humanos e a decência e trabalhar em conjunto com todos os setores da sociedade sem levar em consideração etnia ou religião pode ajudar a superar legados do passado".

Ele disse que o conhecimento que adquiriu representando os EUA em países tais como Índia, África do Sul, Taiwan e Cingapura o ajudarão a moldar sua abordagem a essa designação no Suriname.

Adicionalmente à influência de sua educação adventista, Nay credita o seu tempo como missionário em influenciá-lo em sua escolha de carreira.

"Minha experiência como estudante missionário desempenhou uma parte significativa em unir-me ao Serviço de Relações Exteriores por ajudar a estimular o meu interesse em questões internacionais e no mundo", declarou Nay após a cerimônia. "Foi de auxílio ter chance de ver a partir de for a como os EUA são percebidos".

Nay declarou que se sentia honrado por sua designação e que antecipava trabalhar com o governo e povo do Suriname.

"Sinto-me honrado em ser capaz de utilizar formalmente o título de 'embaixador', mas devemos todos ter em mente que somos todos embaixadores -- de nossos países, nossas famílias, nossos ideais e nossa fé", declarou Nay. "Ao representarmos os EUA no Suriname, minha esposa e eu buscaremos fazer exatamente isso".

Cerca de 48 por cento da população do Suriname, de 487.000 pessoas, são cristãs, com os protestantes tendo o maior percentual, de 25 por cento. Estima-se que 27 por cento dos surinameses sejam hindus e cerca de 20 por cento são muçulmanos. A Igreja Adventista foi organizada no Suriname em 1945 e hoje tem mais de 3.600 membros da Igreja que adoram a Deus em 17 congregações.

Fonte: Rede Adventista de Notícias

MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE: A Videira e Seus Ramos


A Videira e Seus Ramos
Quarta, 17 de abril



Eu sou a videira verdadeira, e Meu Pai é o agricultor. João 15:1


Em Suas lições, Cristo não procurava usar coisas muito grandiosas, extravagantes. Ele veio para ensinar, da forma mais simples, verdades que eram de vital importância, que até mesmo a classe que Ele chamava de bebês era capaz de compreender. No entanto, em Suas mais simples ilustrações, havia tal profundidade e beleza que até mesmo as mentes mais educadas não se podiam cansar. [...]

A videira foi muitas vezes usada para simbolizar Israel, e a lição que Cristo agora ensinava aos Seus discípulos era extraída dela. Ele poderia ter usado a elegante palmeira para representá-Lo. O imponente cedro que se eleva em direção ao céu, ou o forte carvalho que estende seus galhos e os ergue para o alto, Ele poderia ter usado para representar a estabilidade e a integridade daqueles que são Seus seguidores. Ele, porém, usou a videira, com seus ramos, para representar a Si mesmo em relação aos Seus verdadeiros seguidores.
“Eu sou a videira verdadeira, e Meu Pai é o agricultor.”

Nos montes da Palestina plantou nosso Pai celestial essa boa Videira, e Ele mesmo era o Lavrador. Não havia característica física alguma que à primeira vista desse a impressão de Seu valor. Ela parecia brotar como raiz em solo seco, e atraiu pouca atenção. Muitos foram atraídos pela beleza dessa Videira, reconhecendo-Lhe a origem celestial. Os cidadãos de Nazaré ficaram extasiados ao testemunhar Sua beleza; ao receber, porém, a ideia de que ela se tornaria mais graciosa e atrairia mais atenção do que todos, eles lutaram a fim de arrancar a preciosa planta pela raiz e lançá-la para o outro lado do muro. Tomaram a planta e a esmagaram, pisando-a sob os pés profanos. Seu pensamento era o de destruí-la para sempre, mas o celestial Lavrador nunca perdeu de vista Sua planta. Quando os homens pensavam que a tinham matado, Ele a tomou e a plantou do outro lado do muro. Ele a ocultou da visão terrena. [...]

Cada ramo que frutifica é um representante vivo da videira, pois apresenta o mesmo fruto da videira. [...] Cada ramo revelará se possui ou não vida, pois onde há vida há crescimento. Existe uma comunicação contínua das propriedades vitais da videira, e isso é demonstrado pelo fruto que os ramos apresentam.

Como o enxerto recebe vida quando ligado à videira, assim o pecador participa da natureza divina quando em união com Cristo. O ser humano finito é ligado com o infinito Deus (Review and Herald, 2 de novembro de 1897).

LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA DE HOJE: Proclamando o nome de Deus


Quarta 17 de abril 2013                                              Ano Bíblico: 1Rs 15, 16



“O Sol se converterá em trevas, e a Lua, em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do 
Senhor. E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo; porque, no 
monte Sião e em Jerusalém, estarão os que forem salvos, como o Senhor prometeu; e, entre 
os sobreviventes, aqueles que o Senhor chamar” (Jl 2:31, 32).

O escurecimento do Sol e a transformação da Lua em sangue não devem ser compreendidos 
como desastres naturais, mas como sinais sobrenaturais do iminente dia do Senhor. Nos 
tempos bíblicos, muitas nações pagãs adoravam corpos celestes como deuses, algo que, de 
acordo com Moisés, os israelitas nunca deviam fazer (Dt 4:19). Nesse sentido, a profecia de 
Joel predisse que os ídolos das nações começariam a desaparecer quando o Senhor viesse em 
juízo. Joel 3:15 acrescenta que até mesmo o exército celeste perderia seu poder e não mais 
daria sua luz, porque a presença da glória do Senhor ofuscaria tudo.

5. Embora a aparência de Cristo aterrorize os impenitentes, como os justos receberão o 
Senhor? Qual é a diferença crucial? Is 25:9; Jl 2:32; At 2:21; Rm 10:13
Nas Escrituras, a expressão “invocar o nome do Senhor” não significa apenas alguém dizer que 
é seguidor do Senhor e reivindicar Suas promessas. Pode significar também proclamar o nome 
de Deus, isto é, ser uma testemunha para as outras pessoas sobre o Senhor e o que Ele tem 
feito pelo mundo. Abraão edificava altares e proclamava o nome de Deus na terra de Canaã 
(Gn 12:8). A Moisés no Monte Sinai, Deus proclamou Sua bondade e graça (Êx 33:19; 34:5). O 
salmista convida os fiéis a dar graças a Deus e invocar Seu nome, tornando conhecido entre as 
nações o que Ele tem feito (Sl 105:1). As mesmas palavras são encontradas em um cântico de 
salvação composto pelo profeta Isaías (Is 12:4).
Assim, proclamar o nome do Senhor significa ser mensageiro das boas-novas de que Deus 
ainda governa o mundo e também chamar os povos para que vejam todas as coisas no 
contexto das ações de Deus e Seu caráter. Significa também contar a todos sobre o generoso 
dom divino da salvação oferecida a todo ser humano.
O que significa para você “invocar o nome do Senhor”? Como você faz isso, e o que acontece 
quando você faz?
Lembre-se: Hoje é dia de perseverar em oração! Deus está impressionando a mente das 
pessoas que serão visitadas.

terça-feira, 16 de abril de 2013

MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE :Palavras Cativantes


Palavras Cativantes
Terça, 16 de abril



Jamais alguém falou como este homem. João 7:46

Os mais altamente instruídos ficavam encantados com as palavras de Jesus, e os incultos sempre obtinham benefício delas, uma vez que Ele os conduzia à compreensão. Suas ilustrações eram tiradas das coisas da vida diária e, embora simples, traziam admirável profundidade de sentido. As aves do céu, os lírios do campo, a semente, o pastor e as ovelhas – com essas coisas, Cristo ilustrava a verdade imortal; posteriormente, sempre que Seus ouvintes viam essas coisas da natureza, elas evocavam as palavras dEle. [...]

Cristo Se servia sempre de linguagem simples, no entanto, Suas palavras provavam o conhecimento dos profundos pensadores destituídos de preconceitos. As verdades espirituais devem ser sempre apresentadas em linguagem simples, mesmo quando dirigidas a homens instruídos, pois esses geralmente são ignorantes em relação às coisas espirituais. A linguagem mais simples é a mais eloquente. [...] As palavras de Cristo, tão confortantes e animadoras para os que as ouviam, são para nós hoje em dia. Como um fiel pastor conhece suas ovelhas e delas cuida, assim cuida Cristo de Seus filhos. [...] Jesus conhece intimamente Suas ovelhas, e as que sofrem, as desamparadas são motivo de Seu especial cuidado. [...]

Cristo não designou que Suas palavras voltassem para Ele vazias. [...] Ele mesmo não escreveu nada, mas o Espírito Santo trouxe todas as Suas palavras e ações à lembrança dos discípulos, para que elas pudessem ser relembradas para nosso benefício. A instrução de Cristo foi dada com a maior clareza. Não havia necessidade de ninguém compreendê-la mal. No entanto, os escribas e os fariseus […]
interpretaram e aplicaram erroneamente as palavras dEle. As afirmações que eram o pão da vida para o coração faminto foram amargas para os líderes judeus. [...]

No sermão do monte, Cristo falou como se soubesse que os escribas e fariseus cressem no Antigo Testamento. Eles estavam entre a multidão, e os discípulos estavam bem próximos ao amado Mestre. Ali Cristo declarou: “Se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos Céus” (Mt 5:20). Por essas palavras, Ele condenou o formalismo e a hipocrisia daqueles líderes. E apesar de se aplicarem diretamente àqueles que estavam diante dEle, essas palavras também se aplicam às pessoas que, atualmente, não praticam a vontade de Deus (Review and Herald, 18 de maio de 1897).

LIÇÂO DA ESCOLA SABATINA DE HOJE: Um filho aprendendo a andar



Terça 16 abril 2013
Ano Bíblico: 2Sm 22–24



“Quando Israel era menino, Eu o amei; e do Egito chamei o Meu filho. [...] Eu ensinei a andar a 
Efraim; tomei-os nos Meus braços, mas não atinaram que Eu os curava” (Os 11:1, 3).
Nesses versos, Oseias estava dizendo que a atitude do Senhor é como o terno cuidado de 
alguém que acabou de se tornar pai. Assim como um pai, com carinho e paciência, ensina o 
filho a andar, tomando-o pela mão para evitar uma queda, também o Senhor havia cuidado de 
Israel desde o começo. O Deus amoroso e perdoador é o centro da mensagem de Oseias. 
Mesmo quando aplica disciplina, Ele é profundamente compassivo. Sua ira pode ser 
aterrorizante, mas Sua misericórdia está além da compreensão.

3. Leia Deuteronômio 8:5, Provérbios 13:24, Hebreus 12:6 e Apocalipse 3:19. Qual é o ponto
comum desses textos? Que conforto encontramos neles?
Por meio de Moisés, Deus informou ao rei egípcio que Israel era Seu filho especial (Êx 4:22, 
23). Embora todas as nações da Terra, incluindo o Egito, fossem filhos e filhas de Deus, a nação 
hebraica foi escolhida para ser o filho primogênito de Deus com privilégios especiais. Mas com 
esses privilégios vieram responsabilidades. No deserto o Senhor carregou Seu povo da mesma 
forma que “um pai carrega seu filho” (Dt 1:31, NVI). Às vezes Ele disciplinou o povo como “um 
homem disciplina a seu filho” (Dt 8:5).
“Todos os que neste mundo prestam verdadeiro serviço a Deus ou ao homem, recebem um 
preparo na escola das aflições. Quanto mais pesado for o encargo e mais elevado o serviço, 
maior será a prova e mais severa a disciplina” (Ellen G. White, Educação, p. 151).
Sem dúvida, qualquer pai que ama seus filhos irá discipliná-los, e sempre para o bem deles. Se 
seres humanos imperfeitos e caídos agem assim, quanto mais podemos confiar no amor de 
Deus por nós, mesmo nos momentos de provação?
Para muitos de nós, a questão não é confiar na disciplina divina. Ao contrário, a luta é para 
saber interpretar as provas que surgem em nosso caminho. Como sabemos se o que está 
acontecendo é, de fato, uma lição divina na “escola da aflição”?

segunda-feira, 15 de abril de 2013

DECRETO DOMINICAL


Papa reza última missa na Áustria e critica 'domingo ocidental'

Bento XVI ressaltou a importância do domingo como dia de reflexão.
A viagem do pontífice ao país europeu durou três dias.

O Papa Bento XVI celebrou, neste domingo (9), sua última missa em território austríaco, em viagem de três dias pelo país europeu. Na cerimônia, que ocorreu na Catedral de São Estevão, em Viena, Bento XVI criticou a atitude ocidental de considerar o domingo como "fim de semana" e não mais como "dia sagrado".

Ele disse que, embora o tempo livre seja necessário, "se não tiver um centro, que é o encontro com Deus, acaba sendo um tempo perdido".

O pontífice começou a homilia lembrando a frase dos primeiros cristãos: "sem o dia do Senhor, não podemos viver". Bento XVI afirmou que as palavras continuam em vigor, já que o homem precisa de um "centro, uma ordem interna e uma relação com Aquele que sustenta nossa vida". Segundo o Papa, sem isso a vida está vazia, pois o domingo não é só um dia de preceito para os cristãos, mas uma necessidade.

 Missa
Milhares de pessoas participaram da cerimônia, a maioria permaneceu nas praças e nas ruas adjacentes, sob uma incessante chuva. 
Bento XVI, que durante sua estada na Áustria falou dos problemas que afetam a sociedade ocidental, acrescentou neste domingo (9) que a "vida desvairada" de hoje "não dá tranqüilidade às pessoas" e acaba "perdida". 
Se no sábado o centro da peregrinação de Bento XVI foi o santuário de Mariazell, neste domingo (9) foi a catedral de São Estevão, considerada a igreja gótica mais bonita da Áustria, construída no início do século XII. 

Destruída por um incêndio em 1258, foi reconstruída no formato de cruz latina e tem 136 metros de altura.



MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE: Tesouro Particular


15 abril 2013



A todo o que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado. Mateus 25:29

Aqueles que aceitam Jesus como seu Salvador pessoal viverão em humildade, paciência e amor. Eles não se entregam ao Senhor visando ao benefício que podem receber. Tornam-se um com Cristo assim como Cristo é um com o Pai, e diariamente recebem a recompensa de ser participantes da humildade, do vitupério, da renúncia e da abnegação de Cristo. Sua alegria está em guardar as ordens do Senhor. No serviço verdadeiro, encontram esperança, paz e conforto e, com fé e coragem, avançam no caminho da obediência, seguindo Aquele que entregou a vida por eles. Por meio de sua consagração e devoção, revelam ao mundo a veracidade das palavras: “Logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gl 2:20).

“Os que temiam ao Senhor”, escreveu o profeta Malaquias, “falavam uns aos outros; o Senhor atentava e ouvia; havia um memorial escrito diante dEle para os que temem ao Senhor e para os que se lembram do Seu nome” (Ml 3:16). As palavras proferidas foram de reclamação, censura ou autopiedade? Não; em contraste com aqueles que falam contra Deus, os que O temem proferem palavras de coragem, gratidão e louvor. Eles não cobrem o altar de Deus com lágrimas e lamentações; apresentam-se com a face iluminada com os raios do Sol da Justiça e louvam a Deus por Sua bondade.

Tais palavras fazem com que o Céu inteiro se regozije. Aqueles que as proferem talvez careçam de posses mundanas, mas demonstram gratidão ao entregar fielmente a Deus a porção que Ele exige. Egoísmo não constitui os capítulos de sua história de vida. Em amor e gratidão, com cânticos de louvor em seus lábios, apresentam suas ofertas a Deus, dizendo como Davi: do que é Teu ofertamos-Te liberalmente. “Eles serão para Mim particular tesouro, naquele dia que prepararei, diz o Senhor dos Exércitos; poupá-los-­ei como um homem poupa a seu filho que o serve” (v. 17). [...]

Aqueles que verdadeiramente servem a Deus O temerão, não como fez o servo infiel, que enterrou seus talentos porque temeu que o Senhor não recebesse o que era Seu. Temerão desonrar seu Mestre ao falhar em aperfeiçoar seus talentos (Review and Herald, 5 de janeiro de 1897).

LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA DE HOJE: Bezerra domada


Segunda

Ano Bíblico: 2Sm 20, 21

2. Qual foi a mensagem do Senhor ao Seu povo em Oseias 10:11-13? Como podemos entender 
a frase “até que Ele venha, e chova a justiça sobre vós”?
Em Oseias 10, Efraim, o filho de Deus, é comparado a uma novilha domada que gostava de 
trilhar o grão porque ela poderia comer enquanto trilhasse. Assim, em vez de ser produtiva, a 
existência de Israel havia se tornado egocêntrica. Quando Deus colocasse o jugo sobre Israel 
para que a nação trabalhasse em campo aberto, justiça e bondade cresceriam.
Nos tempos bíblicos, o jugo era um instrumento de serviço. Animais de carga, novos, eram 
treinados para ser dóceis, trabalhando primeiramente na eira (Jr 50:11). Enquanto sob o jugo, 
eles simplesmente pisavam o cereal com os pés. Na fase seguinte, eles puxavam um trilho 
sobre o cereal (2Sm 24:22). Esse tipo de trabalho os preparava para a tarefa mais disciplinada 
de arar um campo (1Rs 19:19; Jr 4:3). Deus tinha um plano semelhante ao treinar Israel. Ele 
colocaria um jugo sobre o belo pescoço de Efraim para fazê-lo trabalhar duro, abrindo e 
lavrando o solo.
Em Oseias 10:12, o profeta apresentou o que o Senhor desejava que Israel fosse por meio da 
obediência à Sua palavra. Justiça e constante amor foram as dádivas prometidas por Deus à 
Sua esposa, quando a aliança fosse renovada (Os 2:19). Se as pessoas semeassem justiça, 
colheriam bondade. Unicamente procurando o Senhor e Sua vontade, Israel poderia ser livre 
da futura punição. A porta da misericórdia ainda está aberta para possível arrependimento por 
parte do povo escolhido de Deus.
A advertência para semear justiça diz respeito ao relacionamento entre as pessoas. Buscar a 
Deus diz respeito ao relacionamento entre Ele e Seu povo. Abrir o solo representa reforma e 
renovação nos aspectos espiritual e social. O Senhor e Seu povo trabalhariam juntos em um 
relacionamento mútuo para trazer novamente bênçãos à terra. Os resultados seriam um 
florescimento glorioso que se espalharia por todos os lugares (Os 14:5-7).
Leia o convite de Cristo para que tomemos sobre nós o Seu jugo (Mt 11:28-30). Aprender com 
Cristo a ser “manso e humilde de coração” pode nos ajudar a encontrar “descanso para a 
[nossa] alma”?

domingo, 14 de abril de 2013

MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE "O Servo Infiel"


O Servo Infiel
Domingo, 14 de abril



Chegando, por fim, o que recebera um talento, disse: Senhor, sabendo que és homem severo, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste, receoso, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu. Mateus 25:24, 25

A lição dessa parábola é clara. Todos os dons de intelecto ou de bens foram confiados àqueles que os possuem. Eles pertencem a Deus e devem ser usados para Sua honra e glória. Devem ser aperfeiçoados e ampliados pelo uso, para que o Senhor receba seu lucro. No entanto, o Senhor não recebe lucro algum de muitos talentos, pois, assim como fez o servo infiel, aqueles a quem foram confiados os colocam onde não são aumentados.

Aqueles em cujo coração o egoísmo é cultivado darão ouvidos às tentações de Satanás e agirão conforme o servo infiel e preguiçoso. Esconderão o tesouro que lhes foi confiado, negligenciando usar seus talentos para o Senhor. [...] Semearam pouco ou nada, e colherão pouco. Apesar de o Senhor lhes dizer isso em palavras claras demais para serem claramente mal compreendidas, eles cultivam a insatisfação no coração e reclamam de que o Senhor é um mestre severo, que estão recebendo um tratamento duro e cruel. [...]

Hoje esse trabalho está sendo realizado por muitos que alegam conhecer a Deus. Falam de maneira insatisfeita e queixosa a respeito das exigências do Senhor. Não culpam diretamente a Deus por ser injusto, mas reclamam de tudo que diz respeito ao uso de sua influência ou recursos para o serviço dEle.

Não importa quem sejam, se aqueles a quem o Senhor confiou Seus dons não fizerem o melhor uso daquilo que receberam, se não cooperarem com os anjos celestiais ao procurar ser uma bênção ao próximo, receberão a condenação do Senhor: Mau e negligente servo. Você recebeu muitos dons, mas se esquivou de usá-los. [...] Você, que pensava conhecer tanto, maldosamente Me representou de forma distorcida e permitiu que outros pensassem que sou injustamente severo e exigente. “E o servo inútil, lançai-o para fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes” (Mt 25:30). Naquele dia, os servos infiéis reconhecerão seu erro e perceberão que, ao terem colocado seus talentos onde o Senhor não pôde receber lucro, não apenas perderam tudo o que possuíam, mas também perderam as riquezas eternas (Review and Herald, 5 de janeiro de 1897).

" ENGANO E INSENSATO" LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA DE HOJE


Domingo 14/04/2013                                                                      Ano Bíblico: 2Sm 18, 19



Efraim é como uma pomba facilmente enganada e sem entendimento; ora apela para o Egito, 
ora volta-se para a Assíria. Quando se forem, atirarei sobre eles a Minha rede; Eu os farei 
descer como as aves dos céus. Quando os ouvir em sua reunião, Eu os apanharei” (Os 7:11, 12, 
NVI).

1. Leia o contexto desses versos. Que advertência há neles? Que princípio podemos tirar 
desses versos para nossa vida?


Efraim era o filho mais novo de José. Jacó concedeu a ele uma bênção maior do que a de seu 
irmão Manassés. Visto que Efraim era o nome da principal tribo do reino do norte de Israel, o 
nome é aplicado a todo o reino, assim como o nome de Judá foi aplicado ao reino do sul. Nos 
versos acima, Israel é comparado a uma pomba sem entendimento (compare com Jr 5:21), o 
que a torna presa fácil para a rede do caçador. Nesse contexto, sua dependência da ajuda de 
outras nações era um ato de rebelião contra Deus.
Por quê? Porque uma aliança com o poderoso Império Assírio ou com o ambicioso Egito 
exigiria que Israel reconhecesse a supremacia dos deuses adorados por essas duas 
superpotências (leia também Is 52:4; Lm 5:1-6). Recorrer a elas significaria, necessariamente, 
afastar-se do Senhor. O que eles precisavam fazer era voltar para o Senhor, arrepender-se, 
obedecer aos Seus mandamentos e abandonar os falsos deuses. Essa era sua única esperança, 
não alianças políticas com os pagãos.
“A posição da Palestina a expunha à invasão desses dois antigos impérios. [...] 
O prêmio muito cobiçado pelo qual esses poderosos impérios lutavam era a estrada que ligava 
as ricas bacias hidrográficas do Nilo e do Eufrates. Os reinos de Israel e Judá foram envolvidos 
nesse conflito internacional e espremido entre os dois rivais. Em desespero, sem confiança 
espiritual em seu Deus, Israel tolamente apelou primeiramente a um e depois ao outro em 
busca do apoio que só poderia se transformar em uma armadilha para seu próprio bem-estar 
nacional” (Ellen G. White, The SDA Bible Commentary [Comentário Bíblico Adventista], v. 4, p. 
908, edição em inglês).
É muito fácil procurar ajuda humana para nossos problemas, em vez de buscar o Senhor, não 
é? O Senhor pode usar instrumentos humanos em resposta às nossas orações. Como podemos 
ter certeza de que, em situações de desespero e em necessidade de ajuda, não cometemos o 
mesmo erro de Israel? Como podemos usar a ajuda humana sem, necessariamente, nos 
afastarmos do Senhor?

sábado, 13 de abril de 2013

Lição 2 Escola sabatina de hoje no Pôr do sol - Amor e julgamento: o dilema de Deus (Oseias)



Sábado à tarde 13/04/2013

Ano Bíblico: 2Sm 15–17

VERSO PARA MEMORIZAR:

“Converte-te a teu Deus, guarda o amor e o juízo e no teu Deus espera sempre” (Os 12:6).
Leituras da Semana:

Os 7:11, 12; 10:11-13; Mt 11:28-30; Rm 5:8; 1Pe 2:24; Os 14
Pensamento-chave: Oseias revela mais do amor de Deus por Seu povo rebelde.

Normalmente, os autores bíblicos usam metáforas para falar do relacionamento de amor entre 
Deus e Seu povo. A metáfora transmite algo profundo sobre um assunto menos conhecido 
utilizando algo conhecido ou familiar. 
As duas metáforas bíblicas mais utilizadas sobre o relacionamento de Deus com Seu povo são 
as figuras de marido e mulher e pais e filhos. Na semana passada, consideramos a metáfora do 
marido e mulher. Nesta semana, examinaremos mais algumas metáforas de Oseias, a mais 
importante das quais é, de fato, a figura de pai e filho.
Oseias usou metáforas pelas mesmas razões pelas quais Jesus ensinou em parábolas: em 
primeiro lugar, para explicar as verdades sobre Deus por meio das coisas familiares da vida. Em 
segundo lugar, para gravar na mente das pessoas importantes princípios espirituais que 
poderiam ser aplicados na vida diária.

MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE: Sua Lâmpada Tem Óleo?




 Sábado, 13 de abril 2013

O reino dos Céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram a encontrar-se com o noivo. Mateus 25:1 (ver verso 13)

Embora cinco virgens sejam representadas como prudentes e cinco como loucas, todas tinham lâmpadas. Todas foram convencidas de que precisavam se preparar para a vinda do noivo, e todas adquiriram conhecimento da verdade. Aparentemente, não havia diferença entre as prudentes e as loucas, até que se ouviu o clamor: “Eis o noivo! Saí ao seu encontro!” (Mt 25:6). Nesse momento, foi revelado o verdadeiro estado das coisas.

As prudentes tiveram o cuidado de carregar consigo óleo em seus vasilhames, para que as lâmpadas que começavam a brilhar com menos intensidade pudessem ser reabastecidas com óleo. As loucas, porém, não fizeram provisão para essa emergência, e fizeram uma séria e aflita petição às prudentes. [...] Negligenciaram o preparo para se encontrar com o noivo, e agora buscavam o auxílio das que providenciaram suprimento de óleo. [...]

Ao ler essa parábola, podemos apenas sentir pena das virgens loucas e fazer a pergunta: Por que as virgens prudentes não dividiram seu suprimento de óleo? Porém, ao fazermos a aplicação espiritual da parábola, podemos entender a razão. É impossível para aqueles que possuem fé e graça dividir seu suprimento com aqueles que não possuem. É impossível para aqueles que fizeram profundo exame de coração partilhar os benefícios com aqueles que fizeram apenas um exame superficial. [...]

Todas as dez virgens pareciam estar prontas para a chegada do noivo. No entanto, o teste revelou o fato de que cinco estavam despreparadas. [...]

As virgens loucas não representam aqueles que são hipócritas. Elas tinham consideração pela verdade, defendiam a verdade, planejavam sair ao encontro do noivo. Elas estavam vinculadas àqueles que creem na verdade, e andavam com eles; elas possuíam lâmpadas, o que representa o conhecimento da verdade. [...]

Muitos aceitam a verdade prontamente, mas não a assimilam, e sua influência não é duradoura. São semelhantes às virgens néscias, que não tinham azeite em suas vasilhas com as lâmpadas. O azeite é um símbolo do Espírito Santo que é introduzido no coração pela fé em Jesus Cristo. Aqueles que examinam diligentemente as Escrituras com muita oração, que confiam em Deus com firme fé, que obedecem aos Seus mandamentos estarão entre os que são representados como virgens prudentes (Review and Herald, 17 de setembro de 1895).


REFLEXÃO: NOVA CHANCE


Sábado 13 abril 2013 
A amor do senhor Deus não se acaba e sua bondade não tem fim.Esse amor e essa bondade são novos todas as manhãs. Lamentações 3:22 e 23
Deus deu uma nova chance para muitas pessoas: para o Rei Davi,quando ele fez algo muito mau com um de seus soldados; para jonas, quando ele se recusou a ir a Nínive na primeira vez que Deus enviou  para lá; para Pedro,depois de ele ter negado que conhecia Jesus; pata todas as pessoas, mesmo depois que Adão e eva pecaram no jardim do éden e mudaram o futuro da humanidade.
Por causa do pecado no jardim do éden,nós apenas nasceríamos, viveríamos  morreríamos e acabou.Não haveria chance de voltarmos a viver.Foi a vinda de Jesus  a terra que deu a cada um de nós essa oportunidade.
O amor de Deus por nós é imenso.Por isso,ele está sempre disposto a nos dar mais uma chance.Pense em algo ruim que você tenha feito ou dito a alguém ontem.Hoje é o dia da sua oportunidade,arrependa-se e peça perdão.
Hoje Deus também dá uma nova chance a você !

sexta-feira, 12 de abril de 2013

REFLITA: O PRIMEIRO LUGAR


                               

" Ponham em primeiro lugar na sua vida o reino de Deus e aquilo que Deus quer,ele lhes dara todas  as coisas. " Mateus 6:33
Você ama seus pais? Eles sempre ajudaram você em tudo, a falar, a andar, a se comunicar.Você ama seus amigos? Eles fazem parte de sua vida.
E é possível que ocupem um lugar muito especial em seu coração.E se você se esforçar um pouco vai acabar se lembrando de mais gente que é importante para você.Mas ,veja só,é preciso colocar Jesus em primeiro lugar em seu coração.
Já pensou nisto: Jesus antes  de seus amigos e antes mesmo de seus pais? A bíblia diz assim: busque em primeiro o reino de Deus e você recebera todas as outras coisas.