segunda-feira, 26 de outubro de 2015
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
quarta-feira, 9 de julho de 2014
MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE 09/07/2014 - " QUEM SOU EU? "
E [Gideão] lhe disse: Ai, Senhor meu! Com que livrarei
Israel? Eis que a minha família é a mais pobre em Manassés, e eu, o menor na
casa de meu pai. Juízes 6:15
Começando com Moisés, a alegação de incapacidade na
tentativa de escapar do chamado divino se revela uma característica de diversos
profetas do Antigo Testamento. O primeiro instinto de Moisés foi apelar para
sua inadequação: "Quem sou eu para ir a Faraó?" (Êx 3:11). Com essas
palavras, ele estabelece o modelo do profeta relutante. Muitos outros tentaram
fugir ao desafio de ser porta-vozes de Deus. A maioria duvidava da possibilidade
de execução de uma tarefa. Outros não desejavam falar o que as pessoas não
gostariam de ouvir. Em alguns casos, a magnitude da missão, comparada à
insignificância de suas habilidades, os deixou paralisados.
A Josué, sucessor de Moisés, Deus repete cinco vezes, em
oito frases, para ser forte e não se intimidar pelas circunstâncias (Js 1:2-9).
O guerreiro Gideão, no texto de hoje, insiste com Deus: "Com que livrarei
a Israel?" Jeremias responde ao chamado divino com uma desculpa comum:
"Ah! Senhor Deus! Eis que não sei falar, porque não passo de uma
criança" (Jr 1:6). O clássico Jonas tenta o impossível: fugir da presença
de Deus, num navio, em direção oposta a Nínive (Jn 1:3).
"Quem sou eu?", pergunta Moisés a Deus. O Senhor,
porém, não responde explicando quem era Moisés, mas dizendo quem Ele é. Em
todos os casos, o sucesso não dependia dos talentos dos que foram chamados, mas
do poder de Deus. O poder divino não se manifesta controlando os eventos, mas
capacitando aqueles que foram chamados para tratar com os eventos e
circunstâncias além de sua capacidade.
O Altíssimo está ao lado daqueles que duvidam da habilidade
própria. Ele os ajuda a vencer o medo e a enfrentar os gigantes. Deus promete
estar com o homem e a mulher enfraquecidos por enfermidade ou por um acidente,
tentando sobreviver. Deus promete estar com aqueles que estão se perguntando:
"Quem sou eu?" Em resposta a Moisés, Deus utiliza na linguagem
original três palavras de difícil tradução, em geral vertidas como: "Eu
Sou o que Sou" (Êx 3:14). Uma dessas palavras, ehyeh, é utilizada dois
versos antes (v. 12), com um significado claro: "Eu serei contigo."
Afinal, o que conta não é quem você é, mas quem é Deus. Lembre-se: uma pessoa
com Deus é maioria.LIÇÃO ESCOLA SABATINA DE HOJE " Natureza divina de Cristo – Parte 2 "
Quarta Ano Bíblico: Sl 145–150
Natureza divina de Cristo – Parte 2
Jesus declarou e demonstrou que tinha o mesmo poder do Pai
para vencer a morte. "Assim como o Pai ressuscita e vivifica os mortos,
assim também o Filho vivifica aqueles a quem quer" (Jo 5:21). Somente Deus
pode afirmar: "Eu Sou a ressurreição e a vida" (Jo 11:25).
Outra indicação clara de Sua divindade é encontrada em Sua
declaração de preexistência. Ele desceu do Céu (Jo 3:13) porque o Pai O enviou
(Jo 5:23). Então, mais uma vez, Jesus reafirmou Sua preexistência: "Agora,
glorifica-Me, ó Pai, contigo mesmo, com a glória que Eu tive junto de Ti, antes
que houvesse mundo" (Jo 17:5).
4. Por que João 8:58 é uma das declarações mais diretas e
profundas de Jesus sobre Sua divindade? Leia também Êx 3:13, 14.
Em contraste com Abraão, que passou a existir, que é o significado
literal da raiz grega ginomai, traduzida aqui como "existisse", Jesus
anunciou a Si mesmo como o Ser autoexistente. Ele não apenas existia antes do
nascimento de Abraão, mas existe eternamente. A expressão "Eu Sou"
implica existência contínua. Além disso, "Eu Sou" é o título do
próprio Senhor [Yahweh] (Êx 3:14). Os líderes entenderam, inequivocamente, que
Jesus afirmou ser o "Eu Sou" revelado na sarça ardente. Para eles,
Ele era culpado de blasfêmia e por isso "pegaram em pedras para atirarem
nEle" (Jo 8:59).
Os evangelhos mostram que Jesus, sem mostrar desaprovação,
aceitou a adoração de outras pessoas. Ele sabia muito bem que, de acordo com as
Escrituras, somente Deus merece a adoração do homem, pois Ele disse a Satanás:
"Está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a Ele darás culto"
(Mt 4:10). Portanto, ao aceitar a adoração de outros, Ele estava revelando Sua
divindade. Os discípulos no mar (Mt 14:33), o cego curado (Jo 9:38), as
mulheres junto ao túmulo de Jesus (Mt 28:9) e os discípulos na Galileia (Mt
28:17): todos O adoraram abertamente, reconhecendo Sua divindade. As palavras
de Tomé a Jesus: "Senhor meu e Deus meu!" (Jo 20:28) não teriam sido
proferidas por um judeu naquela época, a menos que ele entendesse claramente
que estava falando com Deus.
Leia João 20:29. Quais são as coisas nas quais você
acredita, embora não as tenha visto? Quais são as implicações de sua resposta
para a questão da fé?
terça-feira, 8 de julho de 2014
MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE 08/07/2014 " A MULHER QUE AMAVA O DINHEIRO "
A MULHER QUE AMAVA O DINHEIRO
Terça, 8 de julho
Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e
alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé. 1 Timóteo 6:10
Exceto por Sua ênfase no reino de Deus, Jesus falou mais
sobre dinheiro do que sobre qualquer outro assunto. Considerando o caráter
espiritual de Sua missão, isso parece surpreendente. Nos lábios de Cristo,
contudo, o dinheiro não é tratado como um mero meio de troca, neutro, como na
ideologia capitalista. Jesus atribui ao dinheiro personalidade, tratando-o pelo
nome próprio aramaico, Mamon, o deus da riqueza, um poder controlador. Para
Jesus, o dinheiro é um deus rival ao Deus verdadeiro.
Em 1916, Hetty Green morreu como uma pessoa qualquer que
enfrenta agruras financeiras. Sempre fora extremamente atenta à economia
doméstica. Seus gastos com roupas e comida eram muito restritos. Viúva, quando
seu filho de 14 anos contraiu uma infecção na perna, ela o levou em primeiro
lugar para tentar atendimento em uma clínica gratuita para a população carente.
Posteriormente, o rapaz teve a perna amputada. Mas a Sra. Green, por estranho
que pareça, possuía imensa fortuna em dinheiro e ações. De fato, ela era uma
especialista em investimentos. Ao morrer, a Sra. Green estava entre as 40
pessoas mais ricas dos Estados Unidos, possuindo 200 milhões de dólares. Em
termos atuais, sua fortuna seria de 17 bilhões. Entre os livros escritos sobre
ela, um deles tem o seguinte título: Hetty Green: A Mulher que Amava o
Dinheiro.
O dinheiro pode escravizar as pessoas. Pode congelar o
coração e paralisar as mãos. Por dinheiro, as pessoas mentem, roubam, se
vendem, matam, traem e se corrompem. Pela ganância ao dinheiro, as pessoas se
tornam completamente desfiguradas e nunca satisfeitas em ajuntá-lo.
Seu relacionamento com as finanças, em grande medida, revela
quem você realmente é. Mostra em que você confia. O dinheiro age como um deus.
Para as pessoas, em geral, o sucesso financeiro é visto como o fim de todos os
problemas. Assim, ao dinheiro é atribuído o poder de Deus. Mas, segundo Jesus,
o dinheiro é um falso mestre. Por isso, Ele nos alerta de que é impossível
servir a dois senhores. Não há como agradar a Deus e a Mamon (Mt 6:24).
Olhe ao redor hoje. Há alguém a quem você pode ministrar os
recursos que Deus lhe confiou? Quando Jesus nos recomendou servir aos pobres,
não foi apenas por eles, mas por nós mesmos, para nos proteger da avareza.
Lembre-se, a generosidade no uso do dinheiro demonstra que aquilo que possuímos
não nos possui.
LIÇÃO ESCOLA SABATINA DE HOJE 08/07/2014 " Natureza divina de Cristo – Parte 1 "
Terça Ano Bíblico: Sl 140–144
Natureza divina de Cristo – Parte 1
A divindade de Cristo é o fundamento da nossa fé. Um ser
humano jamais poderia ser nosso salvador, não importando quão extraordinária
sua vida tenha sido. Ao longo do Novo Testamento, temos evidência de Sua
divindade. Focalizaremos o que o próprio Jesus ensinou sobre esse assunto.
Em primeiro lugar, para Jesus não era uma questão simples
explicar quem Ele era. A missão do Salvador exigia tornar conhecido que Ele era
o Messias, Deus encarnado. No entanto, não há registro de alguma declaração
pública Sua dizendo: "Eu Sou Deus" ou "Eu Sou o Messias".
Se Ele tivesse feito isso, Sua vida poderia ter sido abreviada. Por isso, Ele
preferiu dar a entender Sua natureza divina e, indiretamente, levou Seus ouvintes
a conhecer Sua divindade.
Enquanto Jesus gradualmente revelava Sua natureza divina, a
maioria de Seus ouvintes O compreendia, mas Se recusava a aceitar Sua alegação,
porque ela não se encaixava com suas ideias sobre o Messias. Isso é evidente
pela sua pergunta: "Até quando nos deixará em suspense? Se é você o
Cristo, diga-nos abertamente" (Jo 10:24, NVI). Infelizmente, o contexto
mostra que a pergunta não foi sincera.
Como vimos ontem, Jesus fez muitas referências ao Seu
relacionamento com o Pai. Esse foi um dos métodos que Ele usou para revelar Sua
divindade. Muitos entenderam claramente que, quando Ele disse que Deus é Seu
Pai, Ele estava fazendo-Se igual a Deus (Jo 5:18).
3. Leia Lucas 5:17-26. De que maneira muito poderosa Jesus
revelou Sua divindade, sem dizer isso abertamente?
"Nada menos que o poder criador era necessário para
restituir a saúde àquele corpo decadente. A mesma voz que comunicou vida ao
homem criado do pó da terra, transmitiu-a ao moribundo paralítico" (Ellen
G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 269, 270).
Jesus reivindicou a prerrogativa divina de perdoar pecados.
Ele também disse que "Se assentará no trono da Sua glória" (Mt 25:31)
a julgar todas as nações, decidindo o destino eterno de cada pessoa, algo que
repousa unicamente na autoridade de Deus. Que mais Ele poderia ter feito aqui
na Terra para revelar quem Ele realmente era?
Acaso, os insensíveis líderes judeus não deviam ser os
guardiões espirituais do povo? Como podemos ter certeza de que não estamos nos
tornando duros de coração?
segunda-feira, 7 de julho de 2014
A VERDADEIRA HISTÓRIA BÍBLICA DO JOVEM RICO
O Jovem Rico e Jesus
,
É notório e dramático o diálogo ocorrido entre Jesus e o Jovem Rico, registrado no livro de Marcos 10:17-31.
O texto descreve que um Jovem religioso, bom caráter, que
possuía muitas propriedades, chega-se diante do Mestre, perguntando sobre como
alcançar a vida eterna.
Uma pergunta que diversos rabinos haviam já se arriscado em
trazer receitas, prescrições de como fazer para atingir tal redenção.
O rabi João dizia que herdaria a vida eterna, aquele que acrescentasse
a Gheulla (oração pela redenção), às outras orações do dia.
O rabi afhon ensinava que era aquele que "honrasse os
anciãos". Já o rabi Eliezer afirmava que era o que "orasse o Salmo 95
três vezes ao dia".
O Jovem Rico
E Marcos relata que Jesus estava no caminho que ia para
Jericó, quando este jovem se aproxima do Mestre. E foi logo reconhecido como um
jovem rico. Certamente isto se deu pela qualidade das roupas que usava.
Somente os ricos tinham franjas azuis nas orlas de suas
vestes, pois a cor azul era na época caríssima para se produzir, sendo retirada
de um molusco.
O Jovem Rico que seguia as prescrições rabínicas, chega à
Jesus com particular saudação "farisaica", chamando-o de "bom
mestre" e se prostrando aos seus pés. Algo que seria muito nobre, se não
passasse de uma encenação interessada.
"E, pondo-se a caminho, correu para ele um homem, o
qual se ajoelhou diante dele, e lhe perguntou: Bom Mestre, que farei para
herdar a vida eterna?" Marcos 10:17
"E Jesus lhe disse: Por que me chamas bom? Ninguém há
bom senão um, que é Deus." Marcos 10:18
"Tu sabes os mandamentos: Não adulterarás; não matarás;
não furtarás; não dirás falso testemunho; não defraudarás alguém; honra a teu
pai e a tua mãe." Marcos 10:19
"Ele, porém, respondendo, lhe disse: Mestre, tudo isso
guardei desde a minha mocidade." Marcos 10:20
O Jovem Rico: Dá o Que Tens Aos Pobres, e Terás Um Tesouro
no Céu.
As Obras da Lei
O Jovem Rico cumpria os mandamentos da lei, mas como que por
obrigação. As leis não são suficientes por si mesmas. As pessoas tem de querer
cumprí-las não por causa do medo de alguma punição, mas devem seguir a lei, por
escolha própria, por amor, porque são livres para fazê-lo.
Se fizerem isso, serão realmente livres. Ao contrário,
continuarão escravos do medo, da culpa e da religião.
A lei dada por Deus ao povo de Israel, não deveria ser um
peso, mas uma benção. A verdadeira interpretação da lei era boa. Mas pra ele,
os mandamentos tornaram-se apenas em rituais religiosos, que eram executados
com a frieza de uma prescrição rabínica.
Ele não enxergava a liberdade de escolher fazer o bem, mas a
sua prática era vazia, sem calor, sem paixão, sem a ardente alegria no coração
daqueles se compadecem do próximo e que amam fazer o bem.
A prática mecanicista da lei não tem o poder de salvar, mas
leva frequentemente à religiosidade extremada, meticulosa e detalhista, como
acontecia com os fariseus e demais seitas judaicas da época.
Jesus queria mostrar o quanto aquele moço vinha enganando a
si mesmo. Este Jovem tentava se autojustificar com suas obras. Ele queria se
convencer que atendia aos preceitos mais altos que a lei exigia, e que por
isso, mereceria a vida eterna.
Por isso o Jovem Rico vem à Jesus, cheio de sua própria
justiça, querendo ouvir algo que lhe confirmasse a sua sensação de pureza
própria, conquistada por seus próprios méritos.
Jesus o ouve, e vê o quanto aquela alma estava iludida. E o
Mestre se compadece dele. O coração de Jesus é tomado por um enorme sentimento
de ternura e amor por aquele Jovem. Jesus o amou!
"E Jesus, olhando para ele, o amou e lhe disse:
Falta-te uma coisa: vai, vende tudo quanto tens, e dá-o aos pobres, e terás um
tesouro no céu; e vem, toma a cruz, e segue-me." Marcos 10:21
Somente a Graça Pode Salvar
Tão linda é esta afirmação de Marcos: "E Jesus, olhando
para ele, o amou..." . O Mestre queria fazê-lo entender que o evangelho
falava de uma paz, de uma liberdade de escolher amar a verdade.
Que a lei era baseada na prática do amor, não invocando
méritos e pseudo santidades, mas entendendo a que não existe santidade maior do
que se chegar à Deus reconhecendo o quão imperfeitos somos.
"Eis que em iniqüidade fui formado, e em pecado me
concebeu minha mãe."
Salmos 51:5
Jesus em seu profundo amor, queria ensinar ao moço que o
maior tesouro da vida é de valor imensurável. O capital do evangelho é
imponderável, é amor, é paz, é misericórdia. E mexe com as bases da alma.
Trabalha na estrutura do "ser".
De forma que o homem transformado pelo poder do evangelho,
escolhe livremente a prática do bem, não por medo, nem por prescrições
religiosas, mas simplesmente pelo sentimento de profundo amor, pela realização
da volta à casa do Pai celeste, pelo reencontro com aquele que é o autor da
vida.
Pela gratidão que vem ao se entender o grande perdão
recebido, imerecidamente, sem o esforço e as cargas que os líderes religiosos
faziam recair sobre os praticantes do judaísmo.
Jesus falava de uma transformação do coração, que leva o ser
humano a transbordar em amorosa alegria, que nos faz jubiloso realizar as boas
obras.
Mas as obras frias da religiosidade minuciosa da lei, cujo
aquele moço vinha praticando, eram insuficientes para que o salvassem. Por mais
que este Jovem tentasse enganar a si mesmo, um dia tudo isso pesou.
O Jovem Rico Pergunda a Jesus Sobre a Vida Eterna.
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O Jovem Rico talvez nem tivesse mais consciência do quanto
era escravo das riquezas que a este ponto já o possuíam. Ele fazia uma
tentativa de compensar sua consciência impondo a si mesmo uma vida de
cumprimento de obrigações religiosas.
Mas o Mestre faz com que ele refletisse, e enxergasse a verdade
que havia no seu coração, aquilo que ele realmente valorizava, o que de verdade
ele amava na sua vida, os bens materiais que conquistara.
"Falta-te uma coisa: vai, vende tudo quanto tens, e
dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, toma a cruz, e
segue-me." Marcos 10:21
Mas ele, pesaroso desta palavra, retirou-se triste; porque
possuía muitas propriedades." Marcos 10:22
O Mestre então se expressa com um lamento. Jesus o amava
tanto, que sentia uma enorme dor por aquele Jovem ter escolhido tão sombrio
caminho que conduz à perdição.
"Então Jesus, olhando em redor, disse aos seus
discípulos: Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm
riquezas!" Marcos 10:23
O Perigo das Riquezas
Os discípulos de Jesus se admiram com estas palavras. Isso
porque eles sempre foram ensinados pelos religiosos, de que o sinal da benção
de Deus era o acúmulo de riquezas. Mas agora vêem que o Mestre alerta para o
risco de se deixar dominar pelos bens deste mundo.
É a mudança de estereótipos que o conhecimento do evangelho
traz. É a verdade, a luz fazendo com que as trevas sejam reveladas.
"E os discípulos se admiraram destas suas palavras; mas
Jesus, tornando a falar, disse-lhes: Filhos, quão difícil é, para os que
confiam nas riquezas, entrar no reino de Deus!" Marcos 10:24
"É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma
agulha, do que entrar um rico no reino de Deus." Marcos 10:25
Os discípulos ficam ainda mais espantados com essa
explicação de Jesus. É impossível imaginar o camelo, o maior dos animais domésticos
da palestina, passando pelo minúsculo orifício de uma agulha.
Tão estranho é esta comparação, que os antigos comentaristas
do novo testamento tentaram uma nova interpretação para torná-la mais adequada
aos pensamentos humanos, inventando uma fantasiosa porta em Jerusalém, estreita
e reservada aos camelos.
Jesus alertava enfaticamente para o perigo daqueles que se
apegam aos bens materiais e depositam neles a sua razão de viver.
O Reino de Deus em Primeiro Lugar
Hoje Jesus ainda lamenta, que muitos escolhem continuar na
escravidão do pecado. O Mestre está com o coração inundado de amor por essas
almas perdidas. Ele deseja tanto libertá-los e salvá-los, fazê-los herdeiros de
riquezas que não terão fim, possuir a vida eterna!
Mas é preciso se desprender de tudo, para herdar este
tesouro celeste. Há a necessidade de se mudar as prioridades da nossa vida. O
amor a Deus e ao próximo devem vir em primeiro lugar.
Do que servem os bens materiais, senão para facilitar a vida
humana de nós mesmos e dos que estão próximos? O desejo de Deus é que
compartilhemos, e que abençoemos o nossos irmãos.
Mas muitos seguem em um egoísmo, acumulando bens,
propriedades, contas bancárias milionárias, dinheiro que não se pode gastar nem
em duas vidas. Mas se hoje for a hora de partir deste corpo, tudo ficará para
trás. Nada se pode levar deste mundo.
Mas a oportunidade de espalhar misericórdia e graça, fica
perdida.
É melhor viver e acreditar na graça e fazer graça de Deus a
todos quanto for possível. As prioridades tem que ser mudadas.
Papa defende fim do trabalho aos domingos
Papa Francisco fala para fiéis durante sua visita a Isernia, Molise
O papa Francisco lamentou o abandono da tradição cristã que
veta o trabalho aos domingos e disse que a prática tem um impacto negativo para
as relações familiares e de amizade.
Francisco disse que a prioridade não deve ser da economia,
mas sim das relações humanas, e que o foco não deveria estar nas relações
comerciais.
"Mesmo que os pobres precisem de trabalho, abrir as
lojas e outros negócios aos domingos como uma forma de criar empregos não é
benéfico para a sociedade". disse o pontífice durante sua viagem a Molise,
uma região agrícola no sul da Itália com alto índice de desemprego, realizada
neste sábado.
"Talvez seja a hora de nos perguntarmos se trabalhar
aos domingos é uma liberdade verdadeira", questionou Francisco.
O papa também encorajou os pais a passarem mais tempo com
seus filhos e a brincar com as crianças.
O líder, de 77 anos, parece ter se recuperado dos problemas
de saúde que o levaram a cancelar compromissos nos últimos dias. Ele voou de
helicóptero para Molise para um dia cheio de atividades, como um almoço com
pessoas pobres e a visita a uma prisão.
Sem dificuldades para se movimentar, o pontífice sorriu com
frequência enquanto saudava a multidão. O comando da Igreja Católica informou
que os problemas de saúde do papa foram leves, mas não deu detalhes.
Francisco retorna para o Vaticano no começo da noite do
sábado e deve passar o domingo por lá.
MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE 07/07/2014 - " PARTO DEMORADO "
E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto,
assim importa que o Filho do homem seja levantado, para que todo o que nEle crê
tenha a vida eterna. João 3:14, 15
Nicodemos percebeu que, se estava entendendo Jesus
corretamente, ele deveria recomeçar da estaca zero. Ser judeu, fariseu, membro
do Sinédrio, ser reconhecido como escriba, nada disso teria qualquer valor diante
de Deus. O desconhecido Rabi calmamente lhe disse que ele estava fora do reino,
alienado de Deus.
O verso 9 registra as últimas palavras de Nicodemos. A
partir daí é Jesus quem domina a conversa e partilha com o doutor das
Escrituras as Suas convicções. Nicodemos saiu marcado daquele encontro. Ele é o
discípulo da noite, relutante, como muitos que querem seguir a Jesus, mas têm
reservas e temem aquilo que "os outros dirão". Três anos e meio ainda
se passariam para que ele reagisse. Ele não teve um nascimento rápido. Foi um
parto demorado.
Em João 7:50-52, Nicodemos reaparece, arriscando uma defesa
em favor de Jesus. Finalmente, em João 19:38-42, quando se decide, Jesus já
está morto. Com José de Arimateia, ele retira o corpo inerte de Cristo,
desafiando os antigos líderes e colegas do judaísmo. A luz daquele encontro
noturno haveria de brilhar sobre a cruz do Calvário, relembrando a Nicodemos a
enigmática referência à serpente do deserto. O Espírito Santo ilumina sua
mente, e ele percebe que ali está o antítipo, levantado entre o céu e a terra,
para salvar homens e mulheres.
Nicodemos solicita o corpo de Cristo e, num tributo final
Àquele que ele seguira a distância, como observa Roberto Badenas, cobre de
perfume as feridas que sua covardia havia ajudado a abrir. Na presença da
morte, ele finalmente entende a figura do novo nascimento. É feito uma nova
pessoa.LIÇÃO ESCOLA SABATINA DE HOJE 07/07/2014 DISPONIVEL NESSE LINK
Segunda Ano
Bíblico: Sl 135–139
O Filho
de Deus
O título
"Filho de Deus" foi usado não apenas por Gabriel (Lc 1:35), mas
também por várias pessoas ao se dirigirem a Jesus (Mt 14:33; Mc 15:39; Jo 1:49;
11:27). Ele aceitou esse título, mas foi muito cuidadoso para não aplicá-Lo
diretamente a Si mesmo, para que não fosse apedrejado. No entanto, a Bíblia
revela de diferentes formas Seu relacionamento especial com o Pai.
Em Seu
batismo, o Pai reconheceu Jesus como Seu Filho (Mt 3:17), assim como na
transfiguração (Mt 17:5).
O
relacionamento entre o Pai e o Filho é único. Cristo é o único Ser no universo
que desfruta esse tipo de relacionamento, porque Ele é da mesma natureza que o
Pai. Como cristãos, temos o privilégio de nos tornarmos, por adoção, filhos de
Deus. Mas Jesus sempre foi, é e será o Filho de Deus.
2. O que
os seguintes textos revelam sobre a perfeita unidade do Pai e do Filho? Mt
11:27; Jo 3:35; 5:17; 10:30
A
completa unidade entre Jesus e o Pai inclui perfeito conhecimento um do outro:
unidade da vontade, propósito e objetivos. Além disso, inclui a unidade da
natureza. O Filho e o Pai são duas Pessoas ("Eu e o Pai"), mas da
mesma natureza ("somos um"), fato enfatizado pelo pronome neutro um
(compare com 1 Coríntios 3:8).
No
entanto, temos que estar cientes de que, por ter Ele vindo ao mundo para viver
como homem, enquanto esteve aqui, Cristo voluntariamente Se sujeitou ao Pai (Fp
2:6-8). Essa limitação foi funcional, mas não fazia parte de Sua essência.
Jesus Se subordinou para um propósito específico, um objetivo específico.
Com esse
conceito em mente, podemos entender por que Jesus disse: "O Filho nada
pode fazer de Si mesmo, senão somente aquilo que vir fazer o Pai" (Jo
5:19). "Não procuro a Minha própria vontade, e sim a dAquele que Me
enviou" (Jo 5:30). A partir desse ponto de vista funcional, Ele pôde
dizer: "O Pai é maior do que Eu" (Jo 14:28).
Jesus era
plenamente divino e plenamente humano. O que essa verdade nos diz sobre a
estreita ligação entre o Céu e a Terra? Como você se sente diante desse fato?
domingo, 6 de julho de 2014
TV e rádio destacam fé adventista em relação à guarda do sábado
O jovem adventista Werlen Gon foi um dos entrevistados
Nas matérias, os entrevistados relataram sua paixão por
futebol, mas ressaltaram que, assim como no último jogo do Brasil que foi num
sábado, eles não abririam mão de sua fé para assistir à partida decisiva.
Confira a matéria da CBN:
Um dos participantes é o estudante Werlen Gon. Ele
acompanhou todos os jogos do Brasil na Copa até agora. Em brechas no trabalho,
conseguiu assistir a partidas de outras seleções, porque gosta muito de
futebol. Porém, nesta sexta-feira,
quando a seleção brasileira entrou em campo, Werlen estava em outro time. Ele
se uniu a um grupo de 150 jovens no Acamp Jovem da Associação Espírito Santense
(AES).
Na web
O jornal online ES Hoje, do Espírito Santo, também destacou,
em reportagem, a postura dos jovens adventistas capixabas em relação à guarda
do sábado. [Equipe ASN, Ayanne Karoline]
Veja vídeo com depoimento do jovem:
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