quinta-feira, 25 de abril de 2013

MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE: O Filho Pródigo


O Filho Pródigo
Quinta, 25 de abril



Certo homem tinha dois filhos; o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe. Lucas 15:11, 12
(ver versos 11-32)



A fim de responder à acusação dos escribas e fariseus de que Jesus escolhia a companhia de pecadores foi que Ele proferiu as parábolas da ovelha perdida, da dracma perdida e do filho pródigo. Nessas apresentações, Ele mostrou que a missão dEle neste mundo não era tornar infeliz, não era condenar e destruir, mas recuperar o que estava perdido. [...] Eram exatamente esses os que necessitavam de um Salvador. […]

O filho pródigo não havia sido um filho obediente, tampouco alguém que agradasse ao pai, mas alguém que desejava seguir o próprio caminho. [...] A terna compaixão e o amor demonstrados pelo pai eram mal interpretados, e quanto mais paciente, bondoso e benevolente o pai se mostrava, mais rebelde o filho se tornava. Julgava que sua liberdade tinha sido restringida, pois sua ideia de liberdade era de licença desenfreada, e ao almejar a independência de toda autoridade, fugiu das restrições da casa de seu pai e logo gastou sua fortuna em uma vida desordenada. Grande fome assolou o país em que ele residia, e, em seu desejo por comida, ele de bom grado se contentaria em se satisfazer com o alimento dos porcos. [...]

Não havia ninguém para lhe dizer: “Não faça isso porque você vai se prejudicar”, ou: “Faça aquilo porque é bom.” [...] A fome estava evidente em sua face, e ele se associou a um cidadão do lugar. Foi-lhe designado desempenhar a tarefa mais servil: alimentar os porcos. Embora isso para um judeu fosse a tarefa mais desonrosa de todas, ele se dispôs a fazer qualquer coisa, tão grande era sua necessidade. [...]

Sofria grande fome, não podia satisfazer sua necessidade e, sob essas circunstâncias, lembrou-se de que seu pai tinha abundância de pão e resolveu ir ter com ele. [...] Ao tomar a decisão, não esperou se tornar mais respeitável. [...] “Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou” (Lc 15:20). [...]

A casa tinha a mesma aparência de quando ele havia partido, mas como ele estava diferente. [...] O pai não lhe deu chance de dizer: “Trata-me como um dos teus trabalhadores” (v. 19). As boas-vindas que ele recebeu lhe asseguraram que havia sido reintegrado à posição de filho (Signs of the Times, 29 de janeiro de 1894).


LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA DE HOJE: Orgulho que leva à queda!


Quinta 25 DE ABRIL 2013
Ano Bíblico: 2Rs 12–14





5. Leia o livro de Obadias. Que importantes verdades morais e espirituais podemos tirar dele?

Obadias é o menor livro do Antigo Testamento, e relata a visão profética do juízo de Deus sobre a terra de Edom. A mensagem do livro focaliza três questões: a arrogância de Edom (v. 1-4), a futura humilhação de Edom (v. 5-9), e a violência de Edom contra Judá (v. 10-14).

Os Edomitas eram descendentes de Esaú, irmão de Jacó. A hostilidade entre os israelitas e os Edomitas remonta à briga de família entre os irmãos gêmeos, que mais tarde se tornaram os pais das duas nações. No entanto, de acordo com Gênesis 33, os dois irmãos posteriormente se reconciliaram. Assim, Deus ordenou aos israelitas: “Não aborrecerás o edomita, pois é teu irmão” (Dt 23:7).

Apesar disso, as hostilidades entre as duas nações continuaram por séculos. Quando Babilônia destruiu Jerusalém e levou seus cidadãos para o cativeiro, os edomitas não somente se alegraram, mas até mesmo atacavam os israelitas que fugiam e também ajudaram a saquear Jerusalém (Sl 137:7). Por essa razão, o profeta Obadias advertiu que Edom seria julgado por seu próprio padrão: “Como tu fizeste, assim se fará contigo” (Ob 15). Os edomitas não se comportaram como irmãos para com o povo de Judá em sua hora mais difícil, mas, em vez disso, se uniram às forças inimigas (Lm 4:21, 22).

A região ocupada por Edom está localizada a sudeste do Mar Morto. É uma terra montanhosa cheia de elevados cumes de montanhas, penhascos, cavernas e fendas em que os exércitos podiam se esconder. Havia cidades edomitas localizadas nesses locais quase inacessíveis. Sela (também conhecida como Petra) era a capital de Edom. A nação desenvolveu uma confiança arrogante resumida na pergunta: “Quem me deitará por terra?” (Ob 3).

Deus responsabiliza os que se aproveitam dos outros em seus momentos de angústia. Obadias advertiu o orgulhoso povo de Edom de que Deus traria humilhação sobre sua cabeça. Não há lugar para fugir do Senhor (Am 9:2, 3). O futuro dia do Senhor traria tanto o juízo quanto a salvação. Edom beberia o cálice da ira divina, enquanto a situação do povo de Deus seria restaurada.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE: A Ovelha Perdida


   Quarta, 24 de abril






Se um homem tiver cem ovelhas, e uma delas se extraviar, não deixará ele nos montes as noventa e nove, indo procurar a que se extraviou? Mateus 18:12 (ver versos 11-14)




A parábola do pastor em busca da ovelha perdida é uma representação da terna paciência, da perseverança e do grande amor de Deus. Ao contemplarmos o amor desinteressado de Deus, nosso coração transborda em gratidão, louvor e ação de graças. Rendemos-Lhe louvores pelo dom inestimável de Seu filho unigênito. Não há animal mais indefeso e desnorteado do que a ovelha que se afasta do aprisco. Se o compassivo pastor não sair em busca da ovelha errante, ela nunca encontrará o caminho de volta para o aprisco. O pastor precisa tomá-la em seus braços e carregá-la até o aprisco. [...]

Os fariseus estavam prontos para acusar e condenar Jesus, porque, ao contrário deles, não repeliu e condenou os publicanos e pecadores. [...] Eles pensavam que seriam justificados pela Lei, e não consideraram a compaixão e a misericórdia apresentadas por Jesus em Suas lições como algo necessário de se trazer para a vida prática. [...] Cristo nunca convidou o iníquo para ir até Ele e ser salvo em seus pecados, mas para ser salvo de seus pecados. [...]

Cristo não destinou o plano da salvação a algum povo ou nação em particular. Ele declarou: “Dou a Minha vida pelas ovelhas. Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a Mim Me convém conduzi-las; elas ouvirão a Minha voz; então, haverá um rebanho e um pastor” (Jo 10:15, 16). [...]

Que todo coração desanimado e receoso crie coragem, mesmo que tenha se comportado impiamente. [...] Não pense que talvez Deus perdoe suas transgressões e permita-lhe entrar em Sua presença. Lembre-se de que foi Deus quem deu o primeiro passo; que Ele saiu à sua procura enquanto você ainda estava em rebelião contra Ele. [...]

Se o zelo e o entusiasmo tidos como necessários para o sucesso em conquistar as coisas deste mundo não forem empregados para buscar a salvação do perdido, o que possui um duplo objetivo – abençoar e nos tonar uma bênção –, o que será? Por meio da conversão, somos pessoalmente colocados em conexão vital com Jesus Cristo, que Se faz em nós sabedoria, justiça, santificação e redenção (Signs of the Times, 22 de janeiro de 1894).

LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA DE HOJE: O encontro de Israel com Deus


Quarta 24 DE ABRIL 2013
Ano Bíblico: 2Rs 9–11




“Prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o teu Deus” (Amós 4:12).


O capítulo 4 de Amós começa com a descrição dos pecados de Israel e termina com o anúncio do dia do acerto de contas. Deus faz Seu povo especialmente responsável por sua maneira de viver e tratar os outros.

Amós listou uma série de desastres naturais, dos quais qualquer um devia ter sido suficiente para converter a nação ao Senhor. A lista é composta por sete desastres, a medida completa das punições pela quebra da aliança de Deus (de acordo com as palavras de Moisés em (Levítico 26). Alguns desses desastres lembram as pragas que Deus enviou sobre o Egito, enquanto a descrição da última calamidade menciona explicitamente a total destruição de Sodoma e Gomorra.

4. De acordo com a oração de Salomão na dedicação do templo, o que os desastres normalmente deviam levar as pessoas a fazer? 1Rs 8:37-40

O povo de Israel não mais se comportava como pessoas normais, e Deus achou impossível obter sua atenção. Além disso, os juízos de Deus resultaram no endurecimento do coração das pessoas. Visto que os israelitas não voltaram ao Senhor, Amós lhes apresentou uma última chance de arrependimento.

O juízo final era iminente, porém Amós não especificou o que seria. A assustadora incerteza nas palavras de Amós torna a ameaça de juízo ainda mais assustadora. Israel havia falhado em buscar a Deus, por isso Ele saiu ao encontro de Israel. Se a punição tinha falhado, um encontro com Deus poderia salvar?

Amós 4:12 começa com as palavras “assim te farei”, que ecoam a fórmula tradicional de juramento. Essa declaração solene exige uma resposta de Israel em se preparar para encontrar seu Deus, como havia acontecido antes da aparição dEle no Sinai (Êx 19:11, 15).

Leia atentamente Amós 4:12, 13. Se, de repente, você ouvisse a advertência “Prepare-se para encontrar-se com o seu Deus, ó [acrescente o seu nome]”, qual seria a sua resposta? Qual é a sua única esperança? Leia Rm 3:19-28.

terça-feira, 23 de abril de 2013

MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE: Como Jesus Ensinava a Verdade



Terça, 23 de abril



E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste. João 17:3



Se Cristo julgasse necessário, Ele poderia ter revelado aos Seus discípulos os mistérios que obscurecem e colocam fora do alcance da visão todas as descobertas da mente humana. Ele poderia ter apresentado os fatos pertinentes a cada assunto que vai além da lógica humana, sem, contudo, distorcer a verdade em qualquer aspecto. Ele poderia ter revelado aquilo que é desconhecido, aquilo que ampliaria ao máximo a imaginação e teria atraído os pensamentos de sucessivas gerações até o fim da história da Terra. Ele poderia ter aberto as portas dos mistérios que a mente humana busca em vão abrir. Ele poderia ter apresentado aos seres humanos uma árvore do conhecimento de onde eles poderiam colher frutos através dos séculos; mas essa obra não era essencial para a salvação deles, e o conhecimento do caráter de Deus era necessário para seus interesses eternos. [...]

Jesus, o Senhor da vida e da glória, veio plantar a árvore da vida para a família humana, e convidar os membros da raça caída a comer e se satisfazer. Ele veio lhes revelar aquilo que era a única esperança deles, sua única felicidade, tanto neste mundo quanto no porvir. [...] Ele não permitiu que nada desviasse a atenção dEle da obra que veio realizar. [...]

Jesus viu que as pessoas precisavam ter a mente atraída a Deus, para que pudessem se familiarizar com o caráter dEle e obter a justiça de Cristo, representada em Sua santa lei. Ele sabia que era necessário que os seres humanos tivessem uma representação fiel do caráter divino, para que não fossem enganados pela representação falsa de Satanás, que lançou sua sombra infernal no caminho dos homens e na mente deles revestiu Deus com suas características satânicas. [...]

Por mais importantes e sábios que os mestres deste mundo tenham sido considerados em seus dias ou sejam considerados em nosso tempo, em comparação com Ele, não são dignos de admiração, pois toda a verdade ensinada por eles foi tão somente aquela originada por Ele, e tudo o que vem de qualquer outra fonte é insensatez. Até mesmo a verdade que eles ensinaram, nos lábios de Cristo foi embelezada e glorificada, pois Ele a apresentou com simplicidade e dignidade (Signs of the Times, 1º de maio de 1893).

LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA DE HOJE: O perigo dos privilégios


Terça 23 DE ABRIL DE 2013
Ano Bíblico: 1Rs 13, 14






A mensagem profética de Amós não foi planejada apenas para a situação histórica de Israel, mas para ampliar o alcance da mensagem para além de Israel e Judá. No Antigo Testamento, Israel tinha diante de Deus privilégios únicos, mas não exclusivos.
Leia Amós 3:1, 2. O verbo hebraico yada, “saber”, usado no verso 2, tem um sentido especial de intimidade. Em Jeremias 1:5, por exemplo, Deus disse que conheceu o profeta e o separou antes mesmo de seu nascimento. Tal foi o caso dos israelitas. Eles não eram apenas mais uma nação entre as nações. Ao contrário, Deus os separou para um santo propósito. Eles estavam em um relacionamento especial com Ele.

Deus escolheu Israel e o tirou da escravidão. A saída do Egito foi o evento mais importante no início da história de Israel como nação. Ele preparou o cenário para os atos divinos de redenção e para a conquista da terra de Canaã. Mas a força e prosperidade de Israel o levaram ao orgulho e complacência em relação à sua condição privilegiada como povo escolhido do Senhor.

3. Cristo declarou que se utilizarmos mal nossos grandes privilégios receberemos grandes penalidades. O que significa esse princípio? Lc 12:47, 48

Sob inspiração divina, o profeta advertiu os israelitas. Visto que o povo de Israel era o eleito do Senhor, ele seria especialmente responsabilizado por suas ações. O Senhor estava dizendo que o relacionamento único de Israel com Deus trazia obrigações e haveria punição se essas obrigações não fossem cumpridas. Em outras palavras, Israel, como povo escolhido de Deus, era ainda mais suscetível aos Seus juízos, porque privilégio implica em responsabilidade. A eleição de Israel não foi apenas ao status privilegiado. O povo foi chamado a ser testemunha para o mundo sobre o Senhor que tanto o havia abençoado.

“As igrejas professas de Cristo nesta geração desfrutam dos mais altos privilégios. O Senhor Se tem revelado a nós numa luz sempre crescente. Nossos privilégios são muito maiores que os do antigo povo de Deus” (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 317).

Pense nos nossos privilégios como adventistas do sétimo dia. Por que as responsabilidades que vêm com esses privilégios devem nos fazer tremer? Será que nós simplesmente nos acomodamos, como aconteceu com Israel? Temos nos tornado complacentes por causa das bênçãos que recebemos? Como podemos mudar?

segunda-feira, 22 de abril de 2013

MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE: A VINHA DO SENHOR


A Vinha do Senhor
Segunda, 22 de abril



Houve um homem, pai de família, que plantou uma vinha, e circundou-a de um valado. Mateus 21:33 (ver versos 33-41)



O profeta Isaías fez uma descrição dessa vinha: “Agora, cantarei ao meu amado o cântico do meu querido a respeito da sua vinha. O meu amado tem uma vinha em um outeiro fértil. E a cercou, e a limpou das pedras, e a plantou de excelentes vides; e edificou no meio dela uma torre e também construiu nela um lagar” (Is 5:1, 2).

Esse símbolo representa as vantagens e oportunidades concedidas a Israel. [...] Por meio de Moisés, os israelitas receberam os preceitos e mandamentos divinos. [...] Deus lhes dotou de riquezas e prosperidade. Eles foram favorecidos com todos os privilégios temporais e espirituais. Foram protegidos pela lei dos Dez Mandamentos. Foi isso que distinguiu Israel de todas as outras nações na face da Terra.

A igreja é o tesouro peculiar de Deus, preciosa aos Seus olhos e objeto de Seu infinito amor. [...] O pai de família fez todas as provisões para que a vinha recebesse a melhor atenção. Tudo o que pôde ser feito se fez para que a vinha honrasse seu proprietário. [...]

Com fogo, tempestade e morte, o grande EU SOU redimiu Seu povo, a fim de torná-lo glorioso como Seu representante especial. Ele libertou os israelitas da terra da escravidão. Ele os sustentou como que sobre as asas de uma águia e os trouxe para Si, para que habitassem sob a sombra do Altíssimo. Cristo era o guia invisível dos filhos de Israel em suas peregrinações no deserto. [...] Eles testemunharam a mais maravilhosa manifestação do poder de Deus ao atravessarem o Mar Vermelho. Dia a dia viajavam sob a coluna de nuvem, o símbolo da presença divina. [...]

Com tal líder, com tais manifestações de Sua grandeza e poder, os filhos de Israel deveriam ter sido inspirados com fé e coragem para prosseguir. [...] Apenas dois entre aqueles que atravessaram o Mar Vermelho viveram para entrar na terra prometida. [...]

Precisamos cuidar para não sofrer o mesmo fim do antigo Israel. A história de sua desobediência e queda foi registrada para nossa instrução, para que evitemos o mesmo procedimento (Review and Herald, 10 de julho de 1900).

LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA DE HOJE: Justiça para o oprimido


Segunda
Ano Bíblico: 2Rs 4, 5





O juízo universal de Deus é um dos ensinamentos centrais de Amós. No início de seu livro, o profeta anunciou o juízo sobre várias nações vizinhas de Israel por causa de seus crimes contra a humanidade. Em seguida, Amós declarou ousadamente que Deus também julgaria Israel. A ira do Senhor foi dirigida não somente às nações, mas também ao povo que Ele havia escolhido. O povo de Judá havia rejeitado a Palavra do Senhor e não tinha observado Suas instruções.

Ao mesmo tempo, Amós lidou com Israel muito mais amplamente do que até mesmo com Judá, porque Israel havia quebrado a aliança de Deus e cometido muitos pecados. A prosperidade econômica de Israel e a estabilidade política o levaram à decadência espiritual que se manifestou na injustiça social. Em Israel, os ricos exploravam os pobres e os poderosos exploravam os fracos. Os ricos se preocupavam apenas consigo mesmos e com seu ganho pessoal, mesmo com prejuí­zo e sofrimento dos pobres (depois de alguns milhares de anos, muita coisa não mudou, não é verdade?).

Em sua pregação, Amós ensinou que existe um Deus vivo que Se preocupa com nossa maneira de tratar o semelhante. Mais do que uma ideia ou norma, a justiça é uma preocupação divina. O profeta alertou que as casas de pedra de Israel, os móveis de marfim, os alimentos e bebidas de alta qualidade e as melhores loções para o corpo, tudo seria destruído.
 
2. Leia Isaías 58. Que aspectos da verdade presente são incluídos nesse capítulo? Em que sentido nossa mensagem ao mundo é muito mais do que isso?

A Bíblia ensina claramente que a justiça social deve ser o resultado natural do evangelho. À medida que o Espírito Santo nos torna mais parecidos com Jesus, aprendemos a compartilhar as preocupações de Deus. Os livros de Moisés enfatizam que os estrangeiros, as viúvas e os órfãos devem ser tratados com justiça (Êx 22:21-24). Os profetas falam da preocupação divina a respeito do tratamento justo e compassivo para com as pessoas menos privilegiadas (Is 58:6, 7). O salmista chama o Deus que vive em Sua santa morada o “pai dos órfãos e juiz das viúvas” (Sl 68:5). Cristo mostrou grande preocupação por pessoas rejeitadas pela sociedade (Mc 7:24-30; Jo 4:7-26). Tiago, irmão do Senhor, nos exorta a colocar a fé em ação e ajudar os necessitados (Tg 2:14-26). Ninguém pode fazer menos do que isso e realmente ser um seguidor de Cristo.

domingo, 21 de abril de 2013

MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE; A VESTE NUPCIAL


A Veste Nupcial
Domingo, 21 de abril



E o rei, entrando para ver os convidados, viu ali um homem que não estava trajado com veste nupcial. Mateus 22:11

Com a ajuda do Espírito Santo, homens e mulheres podem sair da mediocridade e viver uma vida pura e santa. Aqueles que professam crer, mas não praticam isso, mentem contra a verdade. [...] Como pode o Senhor Se agradar daqueles que não fazem esforço algum para atingir um padrão elevado? Não alegam eles ter recebido uma verdade elevada e enobrecedora? [...]

Deus não pede que homens e mulheres submetam nada que não seja para sua saúde física ou espiritual, mas pede que submetam os maus hábitos degradantes e debilitantes que, se cultivados, os excluirão do Céu. Ele lhes deixa espaço para todo prazer que pode ser desfrutado sem culpa e lembrado sem remorso. Ele lhes pede, para o seu bem presente e eterno, que cultivem virtudes que tragam saúde ao corpo e força ao espírito. Pensamentos puros e hábitos corretos são necessários para a felicidade do homem, como ser humano e como cristão. Tudo que degrada o caráter deve ser vencido se desejamos contemplar o Rei em Sua beleza. [...]

O Senhor pode e ajudará todo aquele que buscar Sua ajuda no esforço de se tornar mais puro e santo. [...] Têm sido feitos esforços sinceros a fim de vencer as inclinações naturais para o mal, para conquistar hábitos e práticas que fizeram parte da vida antes de conhecer a verdade? São os que alegam crer na verdade desleixados e desordeiros no lar, sem qualquer semelhança com Cristo na vida diária, como antes, enquanto professam aceitar o Salvador? Se sim, eles não estão rendendo louvores Àquele que os chamou das trevas. Eles não se revestiram da justiça de Cristo.

Empenhem-se em fazer firmes progressos. Purifiquem-se “de toda imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus” (2Co 7:1). Sejam asseados e disciplinados no vestir, e bondosos e corteses em suas maneiras. Sejam puros e refinados, pois o Céu é a própria essência da pureza e do refinamento. Como Deus é puro e santo em Seu contexto, devemos ser em nosso contexto.

Leiam de forma atenta e cuidadosa a parábola da veste nupcial e façam uma aplicação pessoal das lições que ela transmite. […] Aqueles que fazem profissão de fé, mas permanecem imutáveis em hábitos e práticas, são representados […] pelo homem que entrou na festa sem a veste nupcial (Review and Herald, 26 de fevereiro de 1901).

LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA DE HOJE: Crimes contra a humanidade

Domingo

Ano Bíblico: 2Rs 2, 3





1. Leia Amós 1 e 2. Por que o Senhor advertiu que haveria punição?

Os dois primeiros capítulos de Amós contêm sete profecias contra nações vizinhas, seguidas por uma profecia contra Israel. As nações estrangeiras não são julgadas por serem inimigas de Israel, mas por suas transgressões de princípios humanos universais. Duas coisas se destacam na condenação de Amós: a ausência de lealdade e a ausência de compaixão.

Por exemplo, Tiro era uma importante cidade mercantil localizada na costa do Mediterrâneo, ao norte de Israel. Por sua quase inexpugnável fortaleza em uma ilha, a cidade se vangloriava de sua segurança. Além disso, os líderes de Tiro firmavam tratados de paz com várias nações vizinhas, como a dos filisteus. A cidade se tornou aliada de Israel por um “tratado de fraternidade” durante os reinados de Davi e Salomão (1Rs 5:1, 12) e até mesmo do rei Acabe (1Rs 16:30, 31). Não é surpreendente ler em 1 Reis 9:13 que Hirão, rei de Tiro, chamou Salomão de “meu irmão” (NVI).

No entanto, o povo de Tiro havia transgredido a “aliança de irmãos”. Tiro não foi condenada por levar embora os cativos, mas por entregá-los aos inimigos de Israel, os edomitas. Assim, o povo de Tiro foi responsável pelas crueldades que esses prisioneiros sofreram nas mãos de seus inimigos. Da perspectiva de Deus, a pessoa que auxilia e apoia a prática de um crime é tão culpada quanto aquela que o comete.
 
Visto que Deus é soberano, Ele tem nas mãos o destino de todo o mundo. Tem objetivos e interesses que vão muito além das fronteiras de Israel. O Deus de Israel é o Senhor de todas as nações. Ele Se interessa por toda a história humana. Ele é o Deus criador, que dá vida a todos, e todos são responsáveis diante dEle.

Quem entre nós não fica indignado diante da injustiça? Se Deus não existisse, que esperança teríamos da aplicação da justiça? O que significa para você a promessa bíblica de que Deus trará justiça e juízo ao mundo? Como podemos aprender a nos apegarmos a essa promessa em meio a toda a injustiça que vemos?

sábado, 20 de abril de 2013

Que tipo de adventista é você ?


A Diversidade Como Uma Vantagem

Que tipo de adventista é você?



A Igreja Adventista do Sétimo Dia não é hoje e - assim como na geração inicial, nunca foi - um corpo religioso monolítico. Pessoas com status de membros da igreja Adventista são diferentes em línguas, status sócio-econômico, a identidade racial, e até mesmo em crenças religiosas. A variedade de crenças pode ser explicada por costumes das sociedades representadas pela membresia, e alguns pelo nível da devoção à vida espiritual, mas, mesmo após esses fatores terem sido levados em conta, há uma diversidade de crenças religiosas entre nós.

O que vamos fazer com esta observação? Uma resposta é negar e argumentar contra a observação, mas a evidência está ao nosso redor há gerações. Outra resposta é se energizar para corrigir essa "triste" realidade. Nesta resposta, os subgrupos Adventistas em ascendência política promovem os seus valores e prioridades e esperam que o resto de nós comprem a idéia ou, mais precisamente, a sua visão do adventismo. Certamente isso levaria à finalização do trabalho (isto é, a Igreja Adventista cumpre a sua missão triunfante), porque os membros finalmente estariam fazendo isso da maneira que deveria ser feito.

Não devemos nos surpreender se em vários momentos de nossa história tem havido expurgos políticos para purificar a liderança da Igreja Adventista a fim de promover esses objetivos. Então, quando outro subgrupo retém a visibilidade, eles entram em sua própria campanha para cumprir a sua visão da igreja. Dizem assim "Eu desejei poder estar no comando para o próximo ciclo, porque aí eu sei que a igreja seria o que foi chamada para ser. Se eu pudesse moldar o seu destino; se eu pudesse ser rei!"

Medindo a Diversidade Adventista
Obviamente, esta resposta é ineficaz. Podemos já ter aprendido que a diversidade é muitas vezes um elemento muito positivo em um grupo social. Nesta visão, a diversidade não é passiva, mas uma vantagem. Este conceito de diversidade como um atributo positivo é difícil de aceitar quando se tem uma visão monolítica do adventismo, em que todos os adventistas são verdadeiros "como eu sou." É tempo de um novo teste do que constitui um verdadeiro Adventista ser desenvolvido, e ele precisa ser mais gentil do que a conclusão de que um verdadeiro Adventista é "como eu sou". Adventistas verdadeiros poderiam têm crenças diferentes, e os Adventistas reais poderia estar em ambos os lados da equação. Uniformidade na adesão e devoção a um determinado conjunto de crenças religiosas detalhadas, às vezes conhecidas como questões discutíveis, não é explicitamente necessário nos Evangelhos ou por Cristo em seus ensinamentos para que um converso seja considerado legítimo. Divergências são benéficas, porque tal uniformidade não é realista para qualquer grupo de adeptos, especialmente porque o grupo que está sendo examinado cresce a partir de dezenas de milhares de pessoas e com o passar de anos e séculos.

Na tabela abaixo, eu delineio tendências características de alguns dos subgrupos dentro do Adventismo nos Estados Unidos. Os rótulos para as categorias são subjetivos e não se destinam a ser ofensivos; identidades individuais para os leitores provavelmente não se alinham em uma única coluna. Eu não trabalhei para fazer a tabela precisamente exata, minha intenção é ilustrar a diversidade de prioridades e valores de acordo com a religiosidade dos grupos. A maioria das dimensões abaixo são consideradas discutíveis, e nós muitas vezes as disputamos entre nós!

Apesar da estereotipagem dos vários subgrupos de adventistas
na tabela abaixo, a categorização que tenho feito não é proposta como uma descrição precisa. Tenho certeza de que muitos leitores poderiam rever a tabela para torná-la mais precisa a partir de sua perspectiva, mas esse não é o meu ponto.

A totalidade da gama de crenças, valores e prioridades indicadas ilustra o meu ponto: a Igreja Adventista não é uma organização monolítica homogênea, mas sim um povo diverso, mesmo em muitos aspectos de seus sistemas de crença. Os indivíduos dentro de cada um dos grupos acima deve identificar-se como verdadeiros os adventistas, que vivem com fortes convicções sobre questões espirituais, mesmo que alguns podem ter sérias dúvidas sobre a autenticidade de outras pessoas com diferentes valores dentro do espectro Adventista.

Novos Critérios
Mais uma vez, eu pergunto, o que devemos fazer desta observação da diversidade de crenças? Minha recomendação é que consideremos novos critérios a serem aplicados para identificar se somos ou não adventistas de verdade. Pessoas em dúvida se realmente pertencem a um grupo religioso como a Igreja Adventista deve perguntar-se:

• Eu quero pertencer a esse grupo?
• As minhas crenças e valores (crenças centrais e essenciais) são suficientemente compatíveis com as crenças do grupo e os valores para que eu me sinta confortável aqui?
• A minha associação com este grupo vai ser útil para mim espiritualmente? Estou aberto a aprender com o grupo?
• Vou pertencer e ser aceito socialmente?
• Estou disposto a não trabalhar ativamente contra os ensinamentos e os valores centrais do grupo ou ainda procurar a perturbar os ministérios do grupo?
• Estou disposto a não ser monomaníaco sobre minha ideia favorita teológica ou questão discutível, em que toda discussão acaba sendo de alguma forma sobre a minha ideia favorita?
• Estou disposto a apoiar, pelo menos, alguns dos ministérios do grupo com o meu tempo, talentos e contribuições financeiras?

Se a pessoa responde sim a todas as perguntas acima, então a pessoa deve ser boa o suficiente para continuar a pertencer ao grupo, e o grupo deve aceitar o indivíduo como um verdadeiro membro. Por este critério, as quatro categorias de adventistas históricos, conservador, evangélico, e progressista poderiam ser adventistas legítimos e deveriam considerar membros de outros grupos como adventistas reais, mesmo que eles não são "como eu sou."

Há ainda um outro grupo de adventistas entre nós, um quinto grupo não incluído na tabela acima. Este grupo que poderíamos chamar de adventistas culturais, cuja comunhão entre nós é conduzida menos por convicções espirituais e mais por rotinas e relações sociais como família e amigos dentro da igreja. Eles valorizam essas conexões o suficiente para estar em comunhão, mas para uma variedade de razões que não têm fortes convicções sobre as doutrinas da Igreja Adventista. Eles provavelmente poderia responder sim a todas as perguntas acima, mas eles podem não ter examinado minuciosamente as suas próprias crenças e valores. Alguns crentes culturais desenvolvem em crentes convictos ao longo do tempo, então vamos mantê-los próximos à igreja!

A Igreja Adventista tem um interesse válido na verificação do novo membro, com um conjunto de crenças fundamentais antes da admissão à igreja; mais tarde, os critérios acima poderiam se aplicar. No entanto, apresso-me em fazer a distinção de que ser aceito por Deus como um verdadeiro crente no momento da conversão de alma e ser aceito pela Igreja Adventista como um membro completo inicial são eventos diferentes.

Dentro da história adventista e sua visão do futuro informados pelos escritos de Ellen White, há uma expectativa de que os crentes serão "sacudidos" em algum ponto. Com o diálogo com frequência incivil entre vários subgrupos de adventistas, é fácil imaginar adeptos em cada extremo do espectro deixando a comunhão da igreja oficial por desgosto. Isso é a sacudidura? Se assim for, estamos perdendo pessoas de ambos os lados histórico e progressista da igreja Adventista; o fenômeno aparente da sacudidura é uma oportunidade niveladora quando aqueles com mais posições extremas desistem da igreja por não se conformar com seus ideais. Eu também temo que estamos perdendo, por vezes, as pessoas moderadas por desilusão com as intrigas internas e  cansaço com a discussões políticas que há entre nós.

Diversidade Como Força
Se considerarmos a diversidade como uma força, então quando perdemos adeptos ao espectro de crenças SDA, perdemos bens valiosos. Essa diversidade tem o potencial para corrigir ou pelo menos manter sob controle as nossas piores tendências como um grupo, e nós realmente precisamos dessa virtude como uma das formas divinamente destinadas ao crentes em comunhão de manter a organização saudável e fiel à missão, uma visão apoiada por Ellen White. A Igreja Adventista é mais forte quando se inclui a diversidade de crenças, e nós devemos desafiar aqueles que diriam "Já vai tarde!" aos membros que são diferentes de nós. A partir desta perspectiva, nenhum de nós tem o lugar para dizer, "Ou nos ame ou saia. "Devemos estar dizendo: "Ame-nos e nos ajude a ser melhor", se mantendo conectado, permanecendo em diálogo, e respeitando a legitimidade das outras posições, mesmo que sejam diferentes das nossas. Podemos concordar em discordar, podemos respeitar a legitimidade de adeptos com as posições diferentes que a nossa, e nós podemos trabalhar em conjunto com um espírito de amor fraterno.

Precisamos de um espectro de crenças dentro do adventismo, mesmo que isso seja doloroso para alguns de nós. Esta diversidade de crenças é normal e, em última análise, positiva para o funcionamento de qualquer igreja, se a liderança pode "mantê-los juntos." Precisamos de líderes que possam orientar o nosso diálogo ao estilo das conversas animadas entre membros da família, que discordam, mas ainda amam um ao outro e que os consideram reais membros da família. Onde isso aconteceu, foi um poderoso testemunho da graça de Deus na vida dos crentes, uma graça que traz uma unidade de propósito em vez de uma uniformidade de opinião discutível.

Por muitas gerações, a Igreja Adventista tem experimentado diversidade de crenças de seus membros. Esta diversidade, por si só, não é um problema para servir a Deus fielmente como uma organização. No entanto, a maneira pela qual lidamos com essas diferenças durante algumas eras tem sido um problema em nossa igreja, e isso tem levado a conflitos internos e lutas de poder que eram essencialmente uma forma de conflito político. É o momento de aceitamos que a diversidade dentro do adventismo veio para ficar, como uma força em potencial, e aprendermos a respeitar os membros que optam por ficar em comunhão, mesmo que eles não sejam exatamente "como eu sou." Dentro da Igreja Adventista do Sétimo Dia, há uma variedade de pensamento sobre crenças discutíveis, mas devemos buscar a considerar um ao outro como  legítimos Adventistas. Diversidade de crenças pode ser uma vantagem, e essa diversidade pode estar sob a tenda do adventismo.

Dr. Rob Erwin é  ancião de sua igreja Adventista local e faz parte do corpo docente da Niagara University, em Lewiston, New York. [Fonte: Adventist Today, Outono de 2011.]


Adventismo Relevante: O leitor deve observar que é difícil senão impossível querer precisar "tipos de Adventista"  de maneira exata, até porque a própria palavra "diversidade" pressupõe que há diversidade inclusive dentro dos subgrupos abaixo. Seria como tentar encaixar um indivíduo dentro de um só dos quatro temperamentos de Hipócrates.

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IA7 Unindo Adventistas do Sétimo Dia

MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE: As Bodas do Filho do Rei


As Bodas do Filho do REI                     Sábado, 20 de abril




O reino dos Céus é semelhante a um rei que celebrou as bodas de seu filho. Então, enviou os seus servos a chamar os convidados para as bodas; mas estes não quiseram vir. Mateus 22:2, 3 (ver versos 1-14)



O rei enviou seus servos primeiro para aqueles que foram chamados de seu povo escolhido. Mas estes, completamente decididos a obter ganho mundano, recusaram o convite, dizendo: “Rogo-te que me tenhas por
escusado” (Lc 14:18, 19). [...]

Quando essa primeira classe convidada recusou o convite, o rei enviou seus servos para os caminhos em que se encontravam aqueles que não estavam tão absorvidos pelo trabalho de comprar e vender, plantar e construir. [...]

“Entrando, porém, o rei para ver os que estavam à mesa, notou ali um homem que não trazia veste nupcial e perguntou-lhe: Amigo, como entraste aqui sem veste nupcial? E ele emudeceu. Então, ordenou o rei aos serventes: Amarrai-o de pés e mãos e lançai-o para fora, nas trevas; ali haverá choro e ranger de dentes” (Mt 22:11-13). [...]

Há aqueles que entram para desfrutar os privilégios do banquete da verdade e que não comeram a carne e não beberam o sangue do Filho de Deus. Eles alegam crer e ensinar a Palavra aos outros, mas praticam obras de injustiça. [...]

O convite negligenciado por aqueles que primeiro foram chamados foi enviado a outra classe. Ele foi enviado ao mundo dos gentios. A mensagem deve ser proclamada primeiramente “pelos caminhos” – às pessoas que têm parte ativa no trabalho do mundo, aos mestres e guias da humanidade. [...]

Aqueles que proclamam a última mensagem de misericórdia ao mundo caído não devem ignorar os ministros. Os servos de Deus devem se aproximar deles com profundo interesse por seu bem-estar e em seu favor rogar em oração. [...]

Contudo, não devemos pensar somente nos grandes e talentosos homens com desprezo das classes mais pobres. Cristo instrui Seus mensageiros para ir também pelos caminhos e valados, aos pobres e humildes da Terra. [...]

A obra deve ser levada avante em favor de todas as classes (Review and Herald, 8 de maio de 1900).

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Lição 4 da escola sabatina dessa semana - Senhor das nações (Amós e Obadias) 20 a 27 de abril



Sábado à tarde                         Ano Bíblico: 1Rs 22; 2Rs 1



VERSO PARA MEMORIZAR:
“Rugiu o leão, quem não temerá? Falou o Senhor Deus, quem não profetizará?” (Am 3:8).

 
Leituras da Semana:
Am 1–2; Is 58; Lc 12:47, 48; 1Rs 8:37-40; Am 4:12, 13;Ob

Pensamento-chave: Atos de desumanidade são pecados contra Deus e por isso serão julgados.

Nas Escrituras, um leão geralmente descreve o rei do mundo animal. Sua aparência revela força e majestade irresistíveis, bem como ferocidade e poder destrutivo. O rugido do leão pode ser ouvido a vários quilômetros de distância. Amós, um pastor, foi enviado aos israelitas para adverti-los de que ele tinha ouvido um leão rugindo. Esse leão não era outro senão o Senhor! Movido pelo Espírito Santo, o profeta Amós comparou com o rugido de um leão a maneira divina de falar às nações e ao Seu povo especial (Am 1:2).

Amós foi chamado para profetizar às nações que cometiam crimes contra a humanidade. Ele também foi enviado a uma sociedade na qual um povo privilegiado e religioso vivia em paz e prosperidade. No entanto, esse mesmo povo oprimia os pobres e permitia negócios desonestos e suborno nos julgamentos. Nesta semana, ouviremos o que o Senhor tem a dizer sobre essas ações desprezíveis.

MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE: Quantas Vezes Devo Perdoar? 70 x 7 ?


Quantas Vezes Devo Perdoar?
Sexta, 19 de abril



Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Mateus 18:22 (ver versos 15-35)



“Então, Pedro, aproximando-se, Lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Por isso, o reino dos Céus é semelhante a um rei que resolveu ajustar contas com os seus servos. E, passando a fazê-lo, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos. Não tendo ele, porém, com que pagar, ordenou o senhor que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo quanto possuía e que a dívida fosse paga. Então, o servo, prostrando-se reverente, rogou: Sê paciente comigo, e tudo te pagarei. E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida.

“Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem denários; e, agarrando-o, o sufocava, dizendo: Paga-me o que me deves. Então, o seu conservo, caindo-lhe aos pés, lhe implorava: Sê paciente comigo, e te pagarei. Ele, entretanto, não quis” (Mt 18:21-29). [...]

Essa parábola foi empregada a fim de revelar o espírito de ternura e compaixão que o ser humano deve manifestar para com seus semelhantes.

O perdão concedido por esse rei representa o perdão que é sobrenatural – o perdão divino de todo pecado. Cristo é representado pelo rei que, movido de compaixão, perdoou a dívida de seu servo. [...]

Quando o devedor solicitou um prazo, com a promessa: “Sê paciente comigo, e te pagarei”, a sentença foi revogada. Foi cancelada toda a dívida. E logo lhe foi concedida a oportunidade de seguir o exemplo do mestre que lhe tinha perdoado. [...] No entanto, ele, que havia sido tratado tão misericordiosamente, procedeu com o conservo de maneira inteiramente oposta. [...]

A lição a ser aprendida é que devemos cultivar o espírito do verdadeiro perdão, assim como Cristo perdoa o pecador, que de maneira alguma é capaz de pagar sua dívida imensa. Devemos nos lembrar de que Cristo pagou um preço infinito pela vida do ser humano, e devemos tratá-lo como propriedade adquirida de Cristo (Review and Herald, 3 de janeiro de 1899).


LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA DE HOJE: Estudo adicional



Sexta 19 de abril 2013                     Ano Bíblico: 1Rs 20, 21 



O nome do profeta, Joel, era comum nos tempos bíblicos, e significa “O Senhor é Deus”. Esse 
nome é apropriado ao tema geral do livro: Somente Deus é totalmente santo e justo, e Sua 
obra é soberana na Terra. A história de Seu povo e das outras nações está em Suas mãos. O 
mesmo vale para a vida de cada ser humano.

“As tremendas questões da eternidade demandam de nossa parte algo mais que uma religião 
de pensamento, de palavras e formas, na qual a verdade é mantida no recinto exterior da 
existência. Deus pede um reavivamento e uma reforma. As palavras da Bíblia, e a Bíblia 
somente, deviam ser ouvidas do púlpito. Mas a Bíblia tem sido roubada em seu poder, e o 
resultado é visto no rebaixamento do vigor da vida espiritual. Em muitos sermões de hoje não 
existe aquela divina manifestação que desperta a consciência e leva vida ao coração. Os 
ouvintes não podem dizer: “Porventura, não nos ardia o coração, quando Ele, pelo caminho, 
nos falava, quando nos expunha as Escrituras? (Lc 24:32). Há muitos que estão clamando pelo 
Deus vivo, ansiando pela divina presença. Permitam que a Palavra de Deus lhes fale ao 
coração. Deixem que os que têm ouvido apenas sobre tradição, teorias e máximas humanas 
ouçam a voz dAquele que pode renovar o coração para a vida eterna” (Ellen G. White, Profetas 
e Reis, p. 626).

Perguntas para reflexão
1. Por que a mensagem de Joel é especialmente importante para nós no fim do tempo, quando 
nos esperam eventos sérios e preocupantes?
2. Com base no livro de Joel, responda à seguinte pergunta: Até que ponto a mensagem de 
Joel, se aplica à sua geração e até que ponto tinha aplicação futura?
3. Joel descreveu vários tipos de bênçãos divinas derramadas sobre o povo de Deus. Será que 
sua profecia faz distinção entre bênçãos materiais e espirituais? De que maneira?
4. Como nossa visão do grande conflito nos ajuda a compreender as terríveis provações e 
calamidades que o mundo enfrenta?
5. O que significa uma “religião do pensamento”? (veja citação acima) Como podemos saber 
se nossa religião é verdadeira ou apenas de pensamento?
Respostas sugestivas: 1. A terra estava sendo arruinada pela invasão de gafanhotos, pelas 
nações inimigas e pela crise na produção agrícola. Essa crise devia despertar o povo de sua 
embriaguez espiritual. 2. O povo estava sofrendo o castigo pela desobediência aos termos da 
aliança com Deus. 3. Os líderes e o povo deviam se humilhar e clamar a Deus diante daquela 
grande crise espiritual e econômica. Sempre que as pessoas sofriam por causa de seus 
pecados, Deus as chamava ao arrependimento e à renovação da aliança com Ele. 4. Pedro viu o 
cumprimento da profecia de Joel no derramamento do Espírito Santo no dia de Pentecostes, 
quando os apóstolos falaram em línguas, profetizaram e milhares de pessoas se converteram. 
5. Com alegria e emoção, porque foram chamados por Cristo, eles invocaram Seu nome e se 
tornaram servos do Senhor. A diferença estará na salvação dos justos pela Sua graça. 6. Ele nos 
oferece segurança. Não precisamos temer o homem. Deus ama Seus servos e cuida deles.
Amanhã será o dia do Impacto Esperança. Participe desse momento. Você foi chamado por 
Deus