sexta-feira, 20 de junho de 2014

Lição Escola Sabatina - Lição 13 - O reino de Cristo e a lei 21 a 28 de junho

Lições Adultos:  Cristo e Sua lei
 

 Sábado à tarde Ano Bíblico: Sl 40–45 VERSO PARA MEMORIZAR: "'Esta é a aliança que farei com a comunidade de Israel depois daqueles dias', declara o Senhor: 'Porei a Minha lei no íntimo deles e a escreverei nos seus corações. Serei o Deus deles, e eles serão o Meu povo'" (Jr 31:33, NVI). Leituras da Semana: Mt 4:8, 9; Dn 2:44; 1Pe 2:11; 1Co 6:9-11; Ap 22:14, 15; 1Co 15:26 Em 2011, morreu Steve Jobs, fundador da Apple. Ele estava com 56 anos. Alguns anos antes, depois de uma luta contra o câncer, ele declarou que a morte era "a melhor invenção da vida", porque ela nos obriga a alcançar o melhor que podemos aqui. Em outras palavras, visto que o nosso tempo é tão limitado, enquanto temos tempo, devemos tentar ser tão bem-sucedidos quanto possível. No entanto, Steve Jobs entendeu a questão de modo equivocado. A morte, ou o fato de que ela é inevitável, o levava a buscar mais sucesso neste mundo, quando, na verdade, deveria ter revelado a ele a futilidade de criar raízes muito duradouras no solo superficial deste planeta. É verdade que Jobs realizou muitas coisas, mas, em contraste com um milhão de anos ou com a eternidade, o que isso importa? Na verdade, temos a promessa de que este mundo será destruído, e Deus estabelecerá um mundo novo e eterno, no qual o pecado e a morte (resultados da transgressão da lei de Deus) nunca existirão. Nesta semana, consideraremos a questão do reino eterno de Deus e o papel da lei em relação a ele. Participe do projeto "Reavivados por Sua Palavra": acesse o site www.reavivadosporsuapalavra.org/.

 Topo Domingo Ano Bíblico: Sl 46–50 O reino de Deus Quando Deus criou os primeiros seres humanos, deu-lhes domínio sobre todas as coisas. Adão devia governar o mundo. No entanto, pela transgressão da lei de Deus, ele perdeu o direito à soberania terrena, e o domínio passou para o arqui-inimigo, Satanás. Quando os representantes de outros mundos se reuniram diante de Deus durante o tempo dos patriarcas, foi Satanás quem apareceu como "delegado" da Terra (Jó 1:6). 1. Leia Efésios 2:2; 2 Coríntios 4:4; Mateus 4:8, 9. O que esses textos dizem sobre o poder de Satanás neste mundo? O que aconteceu durante as tentações no deserto é muito revelador. Satanás se ofereceu para dar a Jesus o domínio sobre todos os reinos da Terra caso Ele Se prostrasse e o adorasse (Mt 4:8, 9; Lc 4:5-7). Ele para tomar o mundo das mãos do inimigo, mas Ele só poderia fazer isso com o custo de Sua vida. Por isso, a tentação deve ter sido muito forte, quando Satanás Lhe ofereceu o mundo! No entanto, se Jesus tivesse aceitado a proposta, teria caído na mesma cilada em que Adão caiu e, consequentemente, seria culpado de violar a lei de Seu Pai. Além disso, o plano da salvação teria sido abortado, e estaríamos mortos em nossos pecados. Sabemos que Jesus venceu e, em Sua vitória, temos a garantia da nossa vitória, que é a vida no reino eterno de Deus, descrito em Daniel 2, quando a pedra cortada sem auxílio de mãos destrói todos os reinos deste mundo. Depois, "O Deus do Céu suscitará um reino que não será jamais destruído; este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos estes reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre" (Dn 2:44). Todos os reinos descritos em Daniel 2 cumpriram todas as predições a respeito deles, incluindo a contínua desunião na Europa, simbolizada pela mistura do ferro com o barro nos pés da estátua. Por que esses fatos devem nos ajudar a confiar na promessa do último reino, aquele que "subsistirá para sempre"? 

Topo Segunda-Feira - Ano Bíblico: Sl 51–55 Cidadãos do reino Em alguns casos, pessoas que passam a viver em outro país, têm que renunciar a toda lealdade à sua terra natal, se quiserem a cidadania em sua nova pátria. No entanto, alguns países permitem que uma pessoa mantenha dupla cidadania, ou seja, podem jurar lealdade a ambos os lugares. No entanto, no grande conflito, não existe algo parecido com dupla cidadania. Estamos de um lado ou do outro. O reino do mal tem lutado contra o reino da justiça durante milênios. É impossível que uma pessoa seja fiel aos dois lados ao mesmo tempo. Temos que escolher qual reino terá a nossa lealdade. 2. Leia 1 Pedro 2:11, Hebreus 11:13, Efésios 2:12, Colossenses 1:13, Deuteronômio 30:19 e Mateus 6:24. O que esses textos dizem sobre a impossibilidade de "dupla cidadania" no grande conflito entre Cristo e Satanás? Qual é o papel da observância da lei em mostrar o que é a nossa cidadania? Ap 14:12 Quando as pessoas tomam a decisão de seguir a Cristo, decidem virar as costas para o reino do diabo e passam a fazer parte de outro reino, o do Senhor Jesus Cristo. Como resultado, agora obedecem às Suas regras e aos Seus mandamentos, em lugar das ordens de Satanás. Porém, a obediência delas não é universalmente apreciada. Certamente, o diabo não fica feliz com essa escolha. Ele está ansioso para reconquistá-las. A fidelidade dos seguidores de Cristo também não é apreciada pelos incrédulos, que tendem a desconfiar dos "forasteiros e peregrinos" entre eles. Apesar desses obstáculos, Deus tem um povo cuja lealdade é voltada para Ele, não para "o príncipe deste mundo" (Jo 12:31, ARC). Muitas vezes, estrangeiros se destacam porque são diferentes das pessoas nascidas em um país. Sendo "estrangeiros e peregrinos no mundo", como devemos nos destacar? Devemos ser iguais em algum aspecto?

 Topo Terça-Feira  Ano Bíblico: Sl 56–61 Fé e lei O tema dominante nas Escrituras é simples: Deus é amor. O amor de Deus é demonstrado de modo mais poderoso em Sua graça. Com Seu poder ilimitado, Ele poderia facilmente ter varrido a humanidade da face da Terra, mas em vez disso escolheu exercer paciência e dar a todos a oportunidade de experimentar a plenitude da vida em Seu reino eterno. Além disso, Seu amor é revelado no preço que Ele pagou na cruz. O amor de Deus também está diretamente relacionado com Sua justiça. Tendo provido inúmeras oportunidades para que as pessoas escolhessem seu destino, o Deus de amor não irá forçá-las a entrar num reino que elas rejeitaram. Quando os perversos estiverem diante do trono de Deus no julgamento, serão condenados pelo próprio testemunho. Ninguém que estiver diante do trono poderá dizer sinceramente que não tinha conhecimento dos requisitos divinos. Quer pela revelação escrita ou natural, todos serão expostos aos princípios básicos da lei de Deus (Rm 1:19, 20; 2:12-16). 3. Leia 1 Coríntios 6:9-11 e Apocalipse 22:14, 15. Quem entra e quem fica de fora do reino de Deus? Por quê? Qual é o papel da lei nessa questão? Observe o forte contraste entre os dois grupos! É fascinante que, ao combinar 1 Coríntios 6:11 com Apocalipse 22:14, você encontra fiéis cristãos justificados no nome do Senhor Jesus Cristo, isto é, eles são justificados pela fé, "independentemente das obras da lei" (Rm 3:28). No entanto, eles também guardam essa lei. "Não é um decreto arbitrário da parte de Deus que veda o Céu aos ímpios; estes são excluídos por sua própria inaptidão para dele participar. A glória de Deus lhes seria um fogo consumidor. Prefeririam a destruição, para ser escondidos da face dAquele que morreu para os redimir" (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 18). Como essas palavras nos ajudam a entender o assunto doloroso do destino dos perdidos?

 Topo Quarta-Feira  Ano Bíblico: Sl 62–67 O reino eterno Deus criou um mundo perfeito. O pecado entrou, e esse mundo perfeito ficou severamente deteriorado. A história da redenção nos diz que Jesus entrou na história humana para que, entre outras coisas, a perfeição original fosse restaurada. Os redimidos viverão em um mundo perfeito, onde o amor reina supremo. Como vimos, o amor só pode existir em um Universo moral, somente em um Universo com seres morais, e, para que sejam morais, eles também precisam ser livres. Isso leva à questão: Poderia o mal surgir de novo? 4. Com base em Daniel 7:27, João 3:16 e Apocalipse 21:4, responda: O mal se levantará de novo? Qual é o significado do termo eterno? Quando Deus criou o Universo, havia condições associadas à sua estabilidade. Isso é mais evidente em Gênesis 2:17, em que Adão foi avisado de que a violação da ordem expressa de Deus resultaria em morte. A simples menção da morte indica que o conceito de eternidade a partir de uma perspectiva humana era condicional. Adão experimentaria vida eterna somente se permanecesse fiel a Deus. No entanto, na Terra recriada, a morte não mais será uma realidade, o que significa que viveremos para sempre. Será o cumprimento das muitas promessas das Escrituras. A possibilidade de que ocorra a rebelião é um ponto discutível. Mas, de acordo com a Bíblia, ela não ocorrerá. 5. Leia Jeremias 31:31-34. Que princípio vemos nesse texto que esclarece por que o mal não surgirá novamente? O reino messiânico será formado por pessoas que permaneceram leais a Deus durante toda a sua experiência religiosa. Em face de perseguição e conflitos pessoais, eles escolheram o caminho da obediência e demonstraram vontade de dedicar a vida ao serviço divino. Deus promete inscrever Sua lei no coração delas para que elas façam naturalmente as coisas agradáveis a Ele. No reino de Cristo, o pecado será totalmente superado, e a justiça reinará suprema.

 Topo Quinta-Feira  Ano Bíblico: Sl 68–71 A lei no reino Entre as duras consequências do pecado, a morte tem sido a mais persistente. O pecado pode ser vencido, Satanás pode ser resistido, mas, com apenas duas exceções conhecidas dentre bilhões de pessoas (Enoque e Elias), quem escapou da morte? Um antigo filósofo escreveu: "Quando se trata da morte, nós seres humanos vivemos todos em uma cidade sem muros." 6. Que mensagem encontramos em Apocalipse 20:14 e 1 Coríntios 15:26? Com o poder atribuído à morte, não é de admirar que pouco antes de Cristo estabelecer o reino messiânico na Terra, Ele destruirá totalmente a morte. Não há dúvida de que a morte está relacionada com o pecado, o que significa que ela também está relacionada com a lei de Deus, porque o pecado é a transgressão da lei de Deus. Consequentemente, não pode haver pecado sem a lei. Embora o pecado dependa da lei, a lei é independente do pecado. Ou seja, a lei pode existir sem o pecado. Na verdade, isso ocorreu durante todas as eras até que Lúcifer se rebelou no Céu. "Quando Satanás se rebelou contra a lei de Jeová, a ideia de que existia uma lei ocorreu aos anjos quase como o despertar para uma coisa em que não se havia pensado. Em seu ministério, os anjos não são como servos, mas como filhos. Existe perfeita unidade entre eles e seu Criador" (Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, p. 109). Com isso em mente, a ausência da morte e do pecado no reino de Deus não exige a ausência da lei. Assim como a lei da gravidade é necessária para a interação harmoniosa entre os elementos físicos do Universo, a lei moral de Deus é necessária para governar a justa interação entre os santos. Quando Deus inscreve Sua lei no coração dos redimidos, Seu único propósito é selar a decisão deles de andar no caminho da justiça pela eternidade. Consequentemente, Sua lei se torna a própria essência do Seu reino. Então, temos todas as razões para acreditar que os princípios da lei moral de Deus existirão no reino eterno de Deus. A diferença é que esses princípios jamais serão violados ali, como aconteceu no mundo de pecado. Tente imaginar o ambiente perfeito do Céu: sem natureza caída, sem diabo para nos tentar, sem pecado e sem morte. Medite: O que em sua vida e em seu caráter não se ajusta a esse ambiente eterno?

 Topo Sexta-Feira  Ano Bíblico: Sl 72–77 Estudo adicional Leia, de Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 307-319: "Diante do Supremo Tribunal". "Satanás havia declarado que era impossível ao homem obedecer aos mandamentos de Deus; e é verdade que por nossa própria força não lhes podemos obedecer. Cristo, porém, veio na forma humana, e por Sua perfeita obediência provou que a humanidade e a divindade combinadas podem obedecer a todos os preceitos de Deus. [...] "A vida de Cristo na Terra foi uma expressão perfeita da lei de Deus, e quando os que professam ser Seus filhos se tornarem semelhantes a Cristo no caráter, obedecerão aos mandamentos de Deus. Então o Senhor acreditará que eles fazem parte do grupo que formará a família do Céu. Trajados com as vestes gloriosas da justiça de Cristo, participarão da ceia do Rei. […]" (Ellen G. White, Parábolas de Jesus, p. 314, 315). Perguntas para reflexão 1. De que forma tanto a lei quanto a graça são reveladas na citação acima? Por que é importante entender as duas juntas? O que acontece quando esses conceitos são ensinados de modo isolado? 2. Steve Jobs afirmou que o espectro da morte deve nos levar a realizar tudo o que pudermos enquanto estamos no mundo. Embora haja alguma verdade nessa ideia, ela não é suficiente, porque não resolve o problema da morte e seus efeitos sobre o sentido da vida. De fato, após a morte de Jobs, a capa da revista The New Yorker retratou São Pedro, com um iPad na mão, registrando a entrada de Steve Jobs pelas portas de pérola. Embora isso possa ser simpático, que lição podemos aprender com o fato de que no Céu não haverá iPads nem qualquer coisa que Steve Jobs tenha criado na Terra? 3. Quais coisas estão na Terra e durarão para sempre? Quais coisas deixarão de existir? Por que é importante saber a diferença entre elas?

 Respostas sugestivas: 1. Satanás é o príncipe da potestade do ar, o espírito que atua nos filhos da desobediência, o deus deste século. Ele se apossou dos reinos do mundo. 2. Como forasteiros e peregrinos neste mundo, devemos lutar contra as paixões carnais. Somos chamados a viver pela fé. Sem Cristo, ficamos separados da comunidade de Israel. Deus nos liberta do reino das trevas e nos transporta para o reino de Seu Filho. Devemos escolher entre a vida e a morte, entre a bênção e a maldição. Não podemos servir a dois senhores. Os cidadãos do reino de Deus guardam Seus mandamentos. 3. Não entram aqueles que vivem em desobediência à lei de Deus: injustos, impuros, idólatras, adúlteros, efeminados, sodomitas, ladrões, avarentos, bêbados, maldizentes, trapaceiros, feiticeiros, assassinos, idólatras e mentirosos. Entram os que guardam os mandamentos: são lavados, santificados e justificados no nome de Jesus Cristo e no Espírito de Deus. Eles têm direito à árvore da vida. 4. Não. Os santos reinarão para sempre. Portanto, o reino será sempre santo, sem pecado, morte, lágrimas nem dor. 5. Na nova aliança em Cristo, Deus escreverá Sua lei no coração dos que aceitarem Seu perdão e graça. Na vinda de Cristo, os que tiverem a lei no coração se tornarão imortais e incorruptíveis. Dessa forma, os princípios da lei ficarão cristalizados na mente dos salvos e o mal não mais existirá. 6. O último inimigo a ser vencido é a morte e ela não mais existirá.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

CONHEÇA A HISTÓRIA DO PIONEIRO DA REFORMA ADVENTISTA: JOSEPH BATES


Joseph Bates foi um marinheiro e ministro evangélico norte-americano. É considerado um dos pioneiros e fundadores da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

JOSÉ BATES, O PIONEIRO DA REFORMA ADVENTISTA.

O personagem mais interessante entre os fundadores da denominação adventista do sétimo dia foi José Bates, ele que em sua infância apenas tinha o desejo de ser marinheiro, e estaria no pináculo da glória se somente realizasse uma viagem para descobrir o mundo.
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O seu sonho foi realizado, e não somente tornou um marinheiro de grandes aventuras, mas tornou o comandante da marinha britânica em 1821, e a partir daqui que começa a sua grande obra de reforma, principalmente no aspecto de saúde.
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Na primeira viagem comandante convenceu-se da inconveniência de um hábito que seguira por mais de um ano, a saber: o de tomar bebidas “espirituosas”, ele tomava um copo
 por dia, no meio dia, e esse era seu limite, mas agora o desejo ultrapassava a sua necessidade, pois preferia a bebida do que o alimento. Naquela tarde resolveu nunca mais beber, e nunca quebrou essa resolução.
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O grande comandante Bates, foi cada vez mais se convencendo dos seus erros relacionado a sua saúde, resolveu não mais fumar, esforçou arduamente para se libertar do habito de blasfemar, ele então começou a estudar a bíblia. Assim passo a passo e sozinho, esse homem de vontade forte e de elevado ideais tentou reformar-se e consequentemente tornar-se homem limpo de hábitos irrepreensível.
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Nas dificuldades de mar, Bates sentia pequeno e um grande vazio existencial dentro de si, e sai correndo, quase em desespero para encontrar um lugar em secreto para , aprendeu a orar e formou o habito de passar o tempo que precedia o café, em oração, leitura da bíblia e meditação.
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Depois dessa grande experiência , Bates voltou ao lar com sua esposa e resolveu batizar juntamente com sua esposa na igreja cristã. Sentindo que sua reforma de temperança fora a mais importante de sua carreira, decidiu compartilhar sua experiência com outros, lançando à formação do que ele julgava ser a primeira organização dessa natureza: A sociedade de temperança de Fairhaven.
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A sociedade não era a primeira, na área de saúde, mas ele foi o pioneiro na área da reforma em prol da saúde. A maioria dos membros dessa sociedade eram antigos comandantes de navios, dentro de pouco tempo a sociedade de temperança tornou-se uma instituição muito popular.
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Nas suas próximas viagens, o comandante Bates fez do navio uma instituição de reforma, dando as instruções de não haver bebidas alcóolicas, nem intoxicantes e nem blasfêmia, exceto uma pequena quantidade na caixa de medicamentos, para ser dispensada sob prescrição de comandante, e no navio a palavra de comandante é lei.
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No outono de 1839, Bates recebe um convite para ir a uma conferência sobre a Segunda vinda de Cristo. Interessou pelo assunto, o pregador era Quillerme Miller, não perdeu uma reunia de conferencia, e o tornou-se o primeiro homem de toda historia a ser adventista de sétimo dia.
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Bates passou pelo primeiro desapontamento, na primavera de 1844, e também pelo grande desapontamento de 22 de outubro de 1844, quando todos esperavam a vinda de Cristo e Ele não veio, mas Bates foi perseverante, e na primavera de 1845 Bates visitou o grupo de adventista de Washington que estava guardando o Sábado, assim ele começou a guardar o Sábado sendo o primeiro dos preeminentes guias dos adventista do sétimo dia a aceitar o Sábado.
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José Bates futuramente tornou pastor, e o primeiro presidente da organização adventista, foi o primeiro líder a adotar reforma da saúde deixando os alimentos cárneos, manteiga,
 gordura, queijo e bolos substanciosos, mas sua posição final era que todo homem sequisse sua propia convicção.
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Assim que através de um grande sonhador, um comandante preocupado com a saúde e a vida espiritual, que não desistiu dos seus objetivos apesar dos desapontamentos, que hoje a igreja adventista do sétimo dia tem um amplo conhecimento da reforma da saúde, que foi ampliado por Ellen G. White, mas devemos a bates o grande presente da reforma de saúde.


MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE: O Sangue nas Ombreiras


Quinta, 30 de maio 2013




Tomai um molho de hissopo, molhai-o no sangue que estiver na bacia e marcai a verga da porta e suas ombreiras com o sangue. Êxodo 12:22

As regras que Moisés deu com relação à Páscoa são plenas de significado e têm aplicação a pais e filhos nesta era do mundo. [...]

O pai deve dedicar todo membro da família a Deus e fazer a obra que é representada pela festa da Páscoa. É perigoso depor esse solene encargo nas mãos de outros. Esse perigo é ilustrado por um incidente registrado a respeito de uma família hebreia na noite da Páscoa.

Segundo a lenda, a filha mais velha estava doente, mas estava ciente do fato de que um cordeiro deveria ser escolhido pela família e que seu sangue deveria ser aspergido nos umbrais da porta, para que, ao ver as marcas de sangue, o Senhor não permitisse a entrada do destruidor para ferir de morte o primogênito. Com grande ansiedade, observou o entardecer, ocasião em que o anjo destruidor passaria. Ficou muito impaciente. Chamou o pai ao seu lado e perguntou: “O senhor marcou os umbrais da porta com sangue?” Ele respondeu: “Sim, dei instruções específicas sobre esse assunto. Não se preocupe. O anjo destruidor não entrará aqui.”

A noite chegou e, de vez em quando, a menina chamava pelo pai para perguntar: “O senhor tem certeza de que os umbrais da porta estão marcados com sangue?” E, vez após outra, o pai lhe assegurava que não havia motivos para temer; que uma ordem que envolvia tais consequências não seria negligenciada por seus servos fiéis. Próximo à meia-noite, ouviu-se sua voz suplicante dizer: “Pai, não tenho certeza. Leve-me em seus braços e deixe-me ver as marcas com meus próprios olhos, para que possa descansar.”


O pai atendeu ao desejo da filha; tomou-a nos braços e carregou-a até a porta, mas não havia marca alguma de sangue nos umbrais. Ele tremeu de horror e percebeu que seu lar poderia se tornar um lugar fúnebre. Com as próprias mãos, cortou um ramo de hissopo e aspergiu sangue nos umbrais da porta. Em seguida, mostrou à filha doente que as marcas estavam lá (Review and Herald, 21 de maio de 1895).

LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA DE HOJE:Deus é nossa força

Quinta 30 de maio 2013
Ano Bíblico: Et 5–7



5. Leia Naum 1–3. O que esses capítulos nos ensinam sobre o caráter de Deus? Como podemos aplicar o que é visto ali à nossa compreensão dos eventos dos últimos dias?

A profecia de Naum é a Palavra de Deus contra os reinos deste mundo representados por Nínive. Quando o profeta observou o mundo, viu a mão de Deus se movendo contra o Império Assírio. Ele anunciou que sua capital, Nínive, em breve cairia, para nunca mais se levantar novamente. Naum falou com absoluta confiança porque conhecia o caráter de Deus e, pelo dom da profecia (Na 1:1), o Senhor lhe havia mostrado o que aconteceria. O Senhor não deixará impune o culpado (Na 1:3; Êx 34:6, 7).

Os assírios tinham saqueado muitas nações e tinham desejo insaciável de poder. Sua crueldade era notória. Como “navalha” de Deus (Is 7:20), eles haviam tosquiado avidamente seus vizinhos. Então, chegou o momento de quebrar a navalha. Instrumentos do juízo divino não estão isentos do julgamento. Nínive não mais existe, mas o testemunho profético permanece vivo. Isso nos faz lembrar que, embora a justiça de Deus pareça lenta, no fim das contas, nada pode impedi-la.

Como vimos em uma lição anterior, anos antes do tempo de Naum, os ninivitas, tendo ouvido a pregação de Jonas, se arrependeram e Deus poupou a cidade. Mas o arrependimento não durou. O povo voltou aos seus velhos caminhos. Muitos países que haviam sofrido sob seu jugo opressivo teriam recebido a notícia da queda de Nínive com estrondosa aclamação. Um mensageiro viria para trazer as boas notícias (Is 52:7) de que o poder da Assíria estava quebrado e seus deuses haviam sido derrotados. O povo de Deus poderia novamente adorar em paz (Na 1:15).
 
Ainda que a ira divina seja grande, maior é a ternura de Sua misericórdia. Ele protege os que esperam a plenitude da Sua bondade. Naum ensina que Deus cuida dos que nEle confiam, mas mostra que, com um dilúvio avassalador Ele perseguirá Seus inimigos com trevas (Na 1:8). Deus estava por trás de tudo, pois Ele havia determinado que o dia do juízo de Nínive havia chegado.


O profeta mostra que Deus tem grande poder. Diante dEle, toda a criação treme. Ele não tolera o pecado para sempre. Ao mesmo tempo, Ele é o Salvador dos que confiam nEle. Não há meio termo. Estamos de um lado ou do outro. Jesus disse: “Quem não é por Mim é contra Mim” (Mt 12:30).

quarta-feira, 29 de maio de 2013

MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE: Representantes de Cristo


Quarta, 29 de maio 2013


Dia após dia, morro! 1 Coríntios 15:31


Os que professam o nome de Cristo devem representá-Lo como seu modelo e exemplo. Devem revelar aos outros a verdade em sua pureza e apresentar-lhes os privilégios e as responsabilidade da vida cristã; e isso pode apenas ser feito pelo professo seguidor de Cristo à medida que ele conformar seu caráter aos sagrados princípios da verdade. Não deve haver qualquer deslealdade aos depósitos sagrados da parte de qualquer um que professa ser filho de Deus. A verdade não deve ser rebaixada ao nível comum, pois isso desonraria a Deus, que ofereceu um infinito sacrifício no dom de Seu Filho pelos pecados do mundo. [...]

Muitos que alegam ser filhos de Deus parecem não entender que o coração deve ser regenerado, pois por suas práticas ignoram as palavras e as obras de Cristo. Por meio de suas ações, claramente dizem: “É meu privilégio agir por conta própria. Seria completamente infeliz se não agisse segundo minha vontade.” Essa é a religião atual do mundo, mas ela não possui o endosso celestial. [...]

A assim chamada ciência, a lógica humana e a poesia não podem ser transmitidas como possuindo autoridade de igual valor ao da Revelação; mas é o propósito deliberado de Satanás exaltar as normas, as tradições e as invenções de seres humanos como possuindo autoridade de igual valor ao da Palavra de Deus e, ao cumprir seu desígnio, ele eleva as palavras humanas à supremacia. [...]

Não há segurança para nenhum de nós, exceto ao receber diariamente uma nova experiência ao contemplar Jesus, o autor e consumador de nossa fé. Dia a dia devemos contemplá-Lo e ser transformados segundo a imagem dEle. Devemos reproduzir os atributos divinos e seguir as pegadas de Jesus, a despeito de quanto isso nos custe. Devemos nos colocar sob a orientação divina, consultar a Palavra de Deus e diariamente inquirir: “É este o caminho do Senhor?” [...] Nenhuma deficiência de caráter será imortalizada nem manchará o Céu com sua imperfeição. [...]


Não há valor em professar a verdade a menos que a pessoa aceite os princípios, absorva o rico alimento da verdade e se aproprie dele, tornando-se, assim, participante da natureza divina (Review and Herald, 20 de novembro de 1894).

LIÇÃO DA ESCOLA SABATINA DE HOJE: O maior deleite de Deus

Quarta 29 de maio 2013
Ano Bíblico: Et 1–4




“O Senhor, teu Deus, está no meio de ti, poderoso para salvar-te; Ele Se deleitará em ti com alegria; renovar-te-á no Seu amor, regozijar-Se-á em ti com júbilo” (Sf 3:17).

Na seção final de seu livro (Sf 3:9-20), Sofonias passa do tema da ira para o da restauração. Além do juízo, chegamos aos objetivos finais de Deus. Quando as nações forem disciplinadas, todas elas invocarão o Senhor e O servirão de todo o coração. Os lábios do povo serão purificados para que todos adorem e louvem ao Senhor, servindo-O. Um remanescente pequeno, e também humilde e fiel, sobreviverá em Judá e tomará o lugar dos líderes orgulhosos.




Ainda mais importante, Deus habitará com Seu povo e corrigirá os erros do passado. Os fiéis não mais precisarão viver com medo, porque o Senhor estará com Seu povo, habitando no meio deles. Ele será seu Libertador e Salvador. “Serão apascentados, deitar-se-ão, e não haverá quem os espante” (Sf 3:13).

Tais bênçãos normalmente fariam com que o povo de Deus se alegrasse nEle, mas o profeta declarou que será Deus que Se regozijará neles. Seu amor e alegria em relação ao Seu povo serão tão grandes que Ele exclamará com júbilo por causa deles.

4. Como o profeta Isaías descreve a alegria de Deus em Seu povo redimido? Is 62:5; 65:19

O grande Rei, o Guerreiro divino, protegerá e reivindicará Seu povo. Ele nos concederá todos os benefícios de Sua vitória conquistada para nós na cruz. Ele exaltará o humilde e transformará a vergonha, sofrimento e alienação em uma experiência de honra, bênçãos e de Sua própria presença. O coxo e o rejeitado seriam destacados, um tema que está no centro da mensagem proclamada por Jesus Cristo.


Mesmo em meio a essas advertências terríveis, o Senhor ofereceu esperança ao Seu povo. Como podemos aprender a ter confiança na promessa da segunda vinda de Cristo? Como podemos aprender a manter viva essa esperança, especialmente em momentos de dificuldade, quando o mundo não nos oferece nada além de tristeza?

terça-feira, 28 de maio de 2013

FUNDADORES DA MENSAGEM ADVENTISTA: Guilherme Miller





Nome completo               William Miller
Nascimento        15 de fevereiro de 1782
Pittsfied, Massachusetts
 Estados Unidos
Morte   20 de dezembro de 1849 (67 anos)
Hampton, New York
 Estados Unidos
Nacionalidade   norte-americano(a)
Ocupação           Agricultor e pregador
William Miller(Também conhecido no Brasil como Guilherme Miller) era um intelectual um estudioso da Bíblia1 embora não tivesse uma educação bíblica formal e fosse considerado um leigo2 3 4 5 6 , foi um dos pioneiros dos movimentos millerita e adventista.

William Miller, nasceu em Pittsfied, Massachusetts em 15 de Fevereiro de 1782. Casou com Lucy P.Smith em 1803, indo morar em Poultney, Vermont onde era agricultor7 . Era o mais velho de dezesseis filhos. Teve pouca educação formal, aprendeu a ler com a mãe e frequentou a escola somente por dezoito meses 8 . Fora um leitor voraz dos poucos livros que a família possuía: um saltério, uma Bíblia e um livro de oração e esboçava poesia9 . Seu pai era um soldado da guerra revolucionária americana.
Na vida adulta, Miller embora sempre ligado ao campo, teve várias profissões e funções voluntárias, sendo mayor, juiz de paz e xerife comissionado e militar. Recebeu o posto de tenente de milícia em 1810, passou a capitão voluntário, no começo da guerra entre os Estados Unidos e Reino Unido de 1812, e pouco mais tarde ingressou no exército regular, com o posto de primeiro-tenente.

10 Pesquisas bíblicas 

Na sua juventude cria na Bíblia e em outros livros como inspirados. Adotou, após o seu casamento, o deísmo. Serviu como voluntário na guerra de 1812, terminando como capitão em 1815. Em 1816 após ter assistido em sua igreja batista, a um comovente apelo de um pregador, se volta com ardor a estudar a Bíblia. Sua visão era de que a Bíblia, se fosse realmente a palavra de Deus, deveria explicar por si só suas aparentes contradições.11
Entre 1816 e 1818 estudou intensivamente o livro usando apenas uma concordância bíblica de Cruden. Começou no Gênesis e não avançava um versículo se não o tivesse entendido. Um dia deparou com o texto que deveria marcá-lo para o resto da vida: "até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado". Usando outros textos como Ezequiel 4:6 e 7 e outros mais, concluiu que as 2300 tardes e manhãs representavam 2300 anos que teriam começado em 457 A.C e terminariam em 1844 d. C.
Milenarismo
 
Desde 1818 ele vinha reexaminando seus estudos, tendo cada vez mais a certeza de que estava correta sua interpretação bíblica. Em 1831, então com 50 anos, embora tímido e receoso, sentiu-se chamado para propagar suas descobertas. Começou a pregar a princípio nas fazendas, depois vilas e por fim nas grandes cidades. Em 13 de novembro 1833 houve uma chuva dos meteoros, algo que despertou na população suspeitas de que ele realmente estivesse falando a verdade. Em 1838, estudando o capítulo 8 e 9 do Apocalipse, chegou à conclusão de que exatamente em apenas dois anos, ou seja, 1840, o Império Otomano, influente e poderoso na época, seria desintegrado.
Um colega seu, pastor Josias Litch, escreveu essas conclusões num periódico em 1838. Em 11 de agosto de 1840, o Império Turco-Otomano passou por uma crise. Alguém da imprensa secular lembrou do periódico e várias pessoas e líderes de diversas confissões religiosas da América, aderiram ao movimento religioso que se chamou de Adventismo ou Millerismo, pois aguardavam a volta de Jesus para muito breve.
Miller nunca marcou um dia exato para a volta de Cristo, apenas o período que deveria acontecer; entre a primavera de 1843 e a primavera de 1844. Seus estudos das Escrituras nesse períodos levou-o a estabelecer outras crenças distintas. Suas descobertas principais eram:
1 - Que Cristo voltaria ao final dos 2300 anos de Daniel 8:14, de maneira pessoal e visível, nas nuvens dos céus.
2 - Que os justos mortos ressuscitariam incorruptíveis e os justos vivos seriam transformados para a imortalidade, sendo ambos levados juntos para reinarem com Cristo nesta Terra renovada após os mil anos(I Tessalonicenses 4:16 e 17).
3 - Que os santos seriam apresentados a Deus.
4 - Que a Terra seria destruída pelo fogo ao final dos mil anos(Apocalipse 20:9 e 10);
5 - Que os ímpios vivos morreriam na vinda de Cristo e aguardariam na sepultura a sua ressurreição e condenação (Apocalipse 20:5).
6 - Que o único milênio ensinado na Bíblia eram os mil anos que se seguiriam à ressurreição dos justos por ocasião da Vinda de Jesus(Apocalipse 20:4 e 7).
O Grande Desapontamento 

Como isso não aconteceu, ele e seus companheiros procuraram achar onde estava o erro. Um pastor, chamado Samuel Snow, sugeriu que Cristo viria, não na primavera, mas no outono daquele ano, exatamente no dia do juízo que acontecia no 10º dia do sétimo mês no calendário judaico rabinista, que naquele ano cairia no dia 22 de outubro de 1844. A purificação que era feita no santuário israelita, que era um antítipo do santuário celestial, acontecia neste dia, portanto, concluiu Snow, Cristo também, o sumo sacerdote, viria a este mundo mundo buscar Seu povo. Esta data foi chamada o Dia do Grande Desapontamento.
               Passou. E no dia seguinte parecia que todos os demônios do abismo foram soltos. As mesmas pessoas e muitas mais que estavam clamando por misericórdia dois dias antes, misturavam-se agora com ralé, caçoando e ameaçando com blasfêmias           
— Guilherme Miller12
Após o Grande Desapontamento 

Após o Grande Desapontamento apareceram alguns proponentes outras datas e se disseminaram várias doutrinas. Em 29 de janeiro de 1845 Miller e seus adeptos foram expelidos da igreja batista13 . Decididos que o movimento não deveria mais apoiar data alguma, em abril de 1845 Miller e Himes convocam uma Conferência Mútua de Adventistas em Albany, Nova Iorque, onde participaram 61 delegados do movimento14 . Embora fora redigido uma declaração de princípios comum e afirmado o compromisso de realizar a conferência anualmente sob o nome de Conferência Geral dos Crentes do Segundo Advento, nessa ocasião revelou-se que o movimento já estava dividido.15 . Tal divisão dava-se principalmente pela questão da doutrina da porta da salvação se fecharem aos que não esperaram Jesus Cristo em 1844. 16
Enfermo, Miller retorna a sua fazenda em Low Hampton, Nova Iorque. Em 1848 Miller constrói uma capela em sua propriedade para o culto dos adventistas depois que ele e sua família foram expulsos de sua igreja batista local17 18 William Miller morreu em 20 de dezembro de 1849 convicto de que sua interpretação estava certa.

Hoje o movimento adventista, em suas variadas denominações, são resultantes da hermenêutica de William Miller.