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MEDITAÇÃO DIÁRIA DE HOJE 09/07/2014 - " QUEM SOU EU? "
E [Gideão] lhe disse: Ai, Senhor meu! Com que livrarei
Israel? Eis que a minha família é a mais pobre em Manassés, e eu, o menor na
casa de meu pai. Juízes 6:15
Começando com Moisés, a alegação de incapacidade na
tentativa de escapar do chamado divino se revela uma característica de diversos
profetas do Antigo Testamento. O primeiro instinto de Moisés foi apelar para
sua inadequação: "Quem sou eu para ir a Faraó?" (Êx 3:11). Com essas
palavras, ele estabelece o modelo do profeta relutante. Muitos outros tentaram
fugir ao desafio de ser porta-vozes de Deus. A maioria duvidava da possibilidade
de execução de uma tarefa. Outros não desejavam falar o que as pessoas não
gostariam de ouvir. Em alguns casos, a magnitude da missão, comparada à
insignificância de suas habilidades, os deixou paralisados.
A Josué, sucessor de Moisés, Deus repete cinco vezes, em
oito frases, para ser forte e não se intimidar pelas circunstâncias (Js 1:2-9).
O guerreiro Gideão, no texto de hoje, insiste com Deus: "Com que livrarei
a Israel?" Jeremias responde ao chamado divino com uma desculpa comum:
"Ah! Senhor Deus! Eis que não sei falar, porque não passo de uma
criança" (Jr 1:6). O clássico Jonas tenta o impossível: fugir da presença
de Deus, num navio, em direção oposta a Nínive (Jn 1:3).
"Quem sou eu?", pergunta Moisés a Deus. O Senhor,
porém, não responde explicando quem era Moisés, mas dizendo quem Ele é. Em
todos os casos, o sucesso não dependia dos talentos dos que foram chamados, mas
do poder de Deus. O poder divino não se manifesta controlando os eventos, mas
capacitando aqueles que foram chamados para tratar com os eventos e
circunstâncias além de sua capacidade.
O Altíssimo está ao lado daqueles que duvidam da habilidade
própria. Ele os ajuda a vencer o medo e a enfrentar os gigantes. Deus promete
estar com o homem e a mulher enfraquecidos por enfermidade ou por um acidente,
tentando sobreviver. Deus promete estar com aqueles que estão se perguntando:
"Quem sou eu?" Em resposta a Moisés, Deus utiliza na linguagem
original três palavras de difícil tradução, em geral vertidas como: "Eu
Sou o que Sou" (Êx 3:14). Uma dessas palavras, ehyeh, é utilizada dois
versos antes (v. 12), com um significado claro: "Eu serei contigo."
Afinal, o que conta não é quem você é, mas quem é Deus. Lembre-se: uma pessoa
com Deus é maioria.LIÇÃO ESCOLA SABATINA DE HOJE " Natureza divina de Cristo – Parte 2 "
Quarta Ano Bíblico: Sl 145–150
Natureza divina de Cristo – Parte 2
Jesus declarou e demonstrou que tinha o mesmo poder do Pai
para vencer a morte. "Assim como o Pai ressuscita e vivifica os mortos,
assim também o Filho vivifica aqueles a quem quer" (Jo 5:21). Somente Deus
pode afirmar: "Eu Sou a ressurreição e a vida" (Jo 11:25).
Outra indicação clara de Sua divindade é encontrada em Sua
declaração de preexistência. Ele desceu do Céu (Jo 3:13) porque o Pai O enviou
(Jo 5:23). Então, mais uma vez, Jesus reafirmou Sua preexistência: "Agora,
glorifica-Me, ó Pai, contigo mesmo, com a glória que Eu tive junto de Ti, antes
que houvesse mundo" (Jo 17:5).
4. Por que João 8:58 é uma das declarações mais diretas e
profundas de Jesus sobre Sua divindade? Leia também Êx 3:13, 14.
Em contraste com Abraão, que passou a existir, que é o significado
literal da raiz grega ginomai, traduzida aqui como "existisse", Jesus
anunciou a Si mesmo como o Ser autoexistente. Ele não apenas existia antes do
nascimento de Abraão, mas existe eternamente. A expressão "Eu Sou"
implica existência contínua. Além disso, "Eu Sou" é o título do
próprio Senhor [Yahweh] (Êx 3:14). Os líderes entenderam, inequivocamente, que
Jesus afirmou ser o "Eu Sou" revelado na sarça ardente. Para eles,
Ele era culpado de blasfêmia e por isso "pegaram em pedras para atirarem
nEle" (Jo 8:59).
Os evangelhos mostram que Jesus, sem mostrar desaprovação,
aceitou a adoração de outras pessoas. Ele sabia muito bem que, de acordo com as
Escrituras, somente Deus merece a adoração do homem, pois Ele disse a Satanás:
"Está escrito: Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a Ele darás culto"
(Mt 4:10). Portanto, ao aceitar a adoração de outros, Ele estava revelando Sua
divindade. Os discípulos no mar (Mt 14:33), o cego curado (Jo 9:38), as
mulheres junto ao túmulo de Jesus (Mt 28:9) e os discípulos na Galileia (Mt
28:17): todos O adoraram abertamente, reconhecendo Sua divindade. As palavras
de Tomé a Jesus: "Senhor meu e Deus meu!" (Jo 20:28) não teriam sido
proferidas por um judeu naquela época, a menos que ele entendesse claramente
que estava falando com Deus.
Leia João 20:29. Quais são as coisas nas quais você
acredita, embora não as tenha visto? Quais são as implicações de sua resposta
para a questão da fé?
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